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SAÚDE:















VAMOS FALAR SOBRE OS BENEFÍCIOS DA MASTURBAÇÃO?
Desde quando estão no útero de suas mães, os seres humanos tocam sua genitália, e isso é absolutamente natural. Não é muito natural, no entanto, que se discuta esse assunto sem que algumas pessoas se sintam constrangidas ou até mesmo ofendidas.

É óbvio que ninguém aqui está sugerindo que o tema masturbação role solto na ceia de Natal da sua família, mas é bacana termos em mente que masturbação é algo absolutamente normal e que, para melhorar, traz benefícios à nossa saúde física e mental.

Ainda que homens e mulheres se masturbem com frequência – eles mais do que elas, vale dizer –, o tema continua sendo um tabu, e isso acontece tanto pelo estigma quanto pelos mitos que existem sobre a sexualidade humana.

Como estamos quase em 2018, é bacana repensarmos alguns desses mitos, até mesmo porque muitos deles já foram totalmente derrubados pela Ciência. Então, caríssimos leitores, entendam que masturbação NÃO CAUSA cegueira nem insanidade, assim como também NÃO TEM RELAÇÃO com infertilidade, com danos aos órgãos sexuais, com o aumento de pelos nas mãos ou espinhas.

SE TOQUE!
Para as mulheres, a masturbação é uma forma de prevenir infecções cervicais e também do trato urinário, já que o processo de excitação ajuda a abrir e a esticar a cérvix, permitindo o fluxo do líquido cervical – o que promove a eliminação de possíveis bactérias.
Algumas pesquisas já mostraram que a masturbação diminui os riscos de diabetes tipo 2, reduz os casos de insônia através das liberações hormonais e também da típica sensação de relaxamento que temos logo após um orgasmo. Os movimentos musculares que temos quando chegamos ao clímax também melhoram a força da musculatura do assoalho pélvico.
SÓ ALEGRIAS
No caso dos homens, a masturbação diminui os riscos de câncer de próstata, melhora o funcionamento do sistema imunológico e pode reduzir os sintomas da depressão.

Como se não bastassem todos os benefícios fisiológicos da coisa, a masturbação é a forma mais eficiente de você conhecer seu próprio corpo e não apenas ter orgasmos mais intensos, mas também descobrir o que é e o que não é excitante para o seu caso. Quando chegamos lá, nossa pressão sanguínea diminui, nossos níveis de estresse despencam, e até mesmo algumas dores são aliviadas.

Se você está solteiro, a masturbação é uma forma de se manter ativo sexualmente, de evitar chances de contrair doenças sexualmente transmissíveis e também de não engravidar. Agora, se você está em um relacionamento, a masturbação mútua ajuda o casal a conhecer melhor o corpo um do outro e a entender que manobras dão prazer e quais não ajudam – ou seja, melhora a intimidade do casal com certeza.


FONTE: The Independent / SPRING CHENOA COOPER <> IMAGENS: Tenor //  shutterstock




SUJEIRA? POR FALTA DE HIGIENE, HOMENS ESTÃO PERDENDO O PÊNIS NO BRASIL  
Com objetivo de alertar os homens sobre os cuidados com a higiene pessoal, o repórter Rick Bandeira foi às ruas acompanhado da educadora Sexual Cris Arcuri, para dar dicas de como lavar corretamente o pênis. De acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia (USB), no Brasil, cerca de mil homens perdem o órgão todos os anos.

Ainda segundo a USB, essa falta de limpeza pode provocar infecções e até um câncer urogenital que, se não identificado e tratado logo, leva à amputação.
Veja vídeo: 



Além de boa higiene, é necessário vacinar contra HPV:

Matéria postada em 10/11/2017 – Fonte: AratuOnline





VOCÊ SABE O QUE REALMENTE FAZ BEM PARA O SEU ORGANISMO? DESCUBRA OS HÁBITOS E ALIMENTOS CORRETOS  
Com o verão se aproximando, as pessoas começam a dar uma atenção especial no cardápio e inserir novos “hábitos saudáveis” no dia a dia. Mas nem tudo é o que parece. A doutora Carolina Mantelli, endocrinologista e especialista em metabologia revela os mitos e verdades sobre os alimentos e como utilizá-los ao seu favor.

CHÁ VERDE é bom para digestão:
VERDADE. Apesar de bom para digestão, o ideal é consumi-lo no meio da manhã ou depois de praticar atividades físicas, pois ajuda a eliminar as toxinas. Mate, chá preto e café devem ser evitados após o almoço e jantar, pois o consumo de cafeína logo após as refeições pode atrapalhar na absorção de alguns nutrientes (ex: cálcio, ferro, cobre, zinco e vitaminas). Além disso, acaba relaxando a musculatura que trabalha impedindo que os alimentos passem do estômago para o esôfago, o que pode acabar resultando num refluxo.

INGERIR LÍQUIDOS durante a refeição engorda:
MITO. O hábito não engorda, mas causa aumento do abdômen, ocupando o espaço da comida e, consequentemente, distendendo o estômago. O ideal é consumir no máximo até 100ml de água somente para auxiliar na digestão e ajudar na deglutição dos alimentos. Mais que isso, o excesso de líquido começa a atrapalhar o processo de absorção de nutrientes.

AZEITE é saudável:
VERDADE. Ele ajuda a aumentar o colesterol bom, o HDL. Porém, não pode ser levado ao fogo, pois se transforma em gordura saturada.

LEGUMES sem casca são mais saudáveis:
MITO. O ideal é fazer a higienização corretamente e cozinhar com casca para conservar as vitaminas, utilizando o mínimo de água possível. Para aproveitar todas as vitaminas e proteínas, use essa água para preparar arroz, feijão, lentilha e macarrão. Dica: utilizar iodo para retirar o agrotóxico da casca dos legumes e verduras.

CAMINHAR APÓS AS REFEIÇÕES ajuda na digestão:
MITO. A caminhada logo após as refeições dificulta a absorção dos nutrientes no organismo, pode também causar refluxo ácido e indigestão. Depois de meia hora, uma voltinha está liberada, o que será bom para potencializar o metabolismo e queimar algumas calorias extras, além de auxiliar um sono mais rápido e profundo.

BEBER MUITA ÁGUA emagrece:
VERDADE. Durante toda dieta para perda de gordura (emagrecimento) ocorre um aumento da acidez do sangue devido à intensa quebra da gordura em energia. Sendo assim, a ingestão de muita água ameniza os sintomas decorrentes dessa acidez, como cefaléia, náuseas, enjoos, favorecendo todo este processo. Mesmo porque, o sangue ácido é extremamente maléfico e nos deixa abertos às doenças.

FAZER EXERCÍCIO FÍSICO EM JEJUM ajuda a perder peso:
MITO. Ao acordar, a quantidade de glicose e proteínas no sangue esta baixa devido ao jejum prolongado durante o sono. Ao exercitar sem se alimentar, o corpo vai quebrar massa muscular para produzir energia, gerando a glicose necessária para movimentar-se e manter o cérebro ativo, portanto, vai haver a perda da massa muscular, mas não da gordura. Além de sentir dor de cabeça, náuseas, enjoos e fraqueza, que vão impedir de se exercitar por um tempo adequado.

SUBSTITUIR REFEIÇÕES PRINCIPAIS, como café da manhã, almoço e jantar, por sucos e chás traz benefícios:
MITO. Sucos e chás não tem as quantidades adequadas de proteínas, vitaminas, sais minerais e fibras que os alimentos sólidos das refeições possuem, além de não produzirem saciedade, pois são de rápida digestão podendo provocar perda de massa muscular e problemas de saúde por falta de nutrientes.
Para elaborar uma dieta balanceada e que seja adequada ao seu organismo, procure o auxílio médico.

Matéria publicada em 17/10/2017

FONTE: http://micheltelles.atarde.com.br/voce-sabe-o-que-realmente-faz-bem-para-o-seu-organismo-descubra-os-habitos-e-alimentos-corretos/ 








13 COISAS SURPREENDENTES QUE PODEM ACONTECER SE VOCÊ PARAR DE BEBER LEITE  
Quando alguém nos diz que parar de beber leite é algo bom para saúde podemos duvidar, pois convencionalmente achamos que o leite e seus derivados são importantes para os ossos e para o organismo como um todo.

Porém, nos últimos anos a hegemonia do leite vem sendo derrubada através de pesquisas e da palavra de especialistas renomados.

Um exemplo é o da professora e geoquímica do British Geological Survey Jane Plant que defende no seu livro “Your life in your hands” (“Sua vida em suas mãos”) que você deve parar de beber leite imediatamente.

De acordo com Plant ela somente conseguiu se curar completamente de cinco tumores mamários depois de combinar ao tratamento médico a eliminação de lácteos da sua dieta.
Mas, afinal leite faz mal?

Os defensores do leite sempre enfatizam que ele é a melhor fonte de cálcio para fortalecer os ossos e combater doenças como Osteoporose.

No entanto, pesquisas a respeito de doenças nos ossos observaram que os países em que o consumo de leite é mais elevado apresentam taxas altas de incidência das mesmas.

Ainda tem alguns estudos que indicam que o leite e seus derivados poderiam favorecer o desenvolvimento de doenças como o Diabetes e cardíacas.

DECIDIU PARAR DE BEBER LEITE?
Se você deseja melhorar a sua saúde pode optar por deixar de beber leite, mas o que será que acontecerá com o seu organismo?

A seguir listamos 13 coisas surpreendentes que podem acontecer a partir dessa atitude.

1. Equilíbrio Hormonal
O leite da vaca possui os hormônios adicionados naturalmente pelo corpo do animal a bebida, e ainda os hormônios que lhe são injetados para que cresçam com mais rapidez produzindo assim mais litros.
Ao parar de beber leite de vaca você terá mais equilíbrio hormonal uma vez que irá deixar de ingerir esses hormônios.

2. Produz Menos Ácido no seu Organismo
O corpo humano está o tempo todo realizando um grande esforço afim de conquistar o equilíbrio bioquímico.
O objetivo é que o sangue permaneça com pH de 7.365, e quando nos alimentamos com laticínios atrapalhamos esse equilíbrio porque esses alimentos quando metabolizados são convertidos em ácidos.
Beber muito leite ou ingerir grande quantidade de derivados dele pode alavancar a produção de ácidos que se refletirá nos ossos.

3. Sua rinite pode apresentar melhora
Se você tem rinite, sinusite ou outra doença causada por mucosidades provavelmente perceberá uma melhora significativa ao parar de beber leite.
O leite e seus derivados contribuem a formação das mucosidades e por isso eliminá-los da sua dieta é uma forma de melhorar essa condição.
Tem vários casos de pessoas que observaram essa transformação.

4. Você para de beber de leite de outra espécie
Sabia que o ser humano é o único animal que bebe leite de outra espécie?
Salvo os pets que criamos em casa e para os quais podemos dar o leite de vaca.
Basta aplicar a lógica para constatar que o leite da vaca tem nutrientes importantes para os bezerros uma vez que é para eles que ela produz.
O homem é o único animal que continua a beber leite depois de adulto.

5. Sua digestão acontecerá com mais facilidade
Atualmente, o processo de produção do leite inclui a pasteurização com o objetivo de matar bactérias que poderiam fazer mal para o ser humano.
Contudo, esse processo também elimina enzimas e proteínas da bebida.
Uma das funções das enzimas do leite é torna-lo mais fácil de ser diferido.
A consequência disso é que o leite se torna bastante difícil de digerir.

6. Você vai emagrecer
Ao parar de beber leite você irá emagrecer, pois esse é um alimento extremamente gorduroso.
Para se ter uma ideia um copo de leite já possui 20% da quantidade total de gorduras que podemos ingerir por dia.
Sendo assim é fácil entender porque engordamos bebendo leite, não é mesmo?

7. Redução das dores da Artrite
Um estudo realizado com coelhos pelo Dr. Richard Panush chegou a conclusão que o leite pode contribuir para a inflamação de articulações que caracteriza a Artrite.
Outro estudo observou que ao reduzir o consumo de leite também eram reduzidas as dores da Artrite.
Então se você sofre com as dores nas articulações, pode se preparar para uma redução das mesmas só deixando de beber leite.

8. Você deixará de beber pesticidas
Rações para vacas podem ter uma grande quantidade de pesticidas, e a partir do momento que elas comem essas substâncias e nós bebemos seu leite acabamos absorvendo as mesmas.
Eliminando os laticínios da sua alimentação você poderá se sentir mais tranquilo quanto ao que está comendo.

9. Sua pele ficará mais bonita
Sendo o leite um dos principais causadores de problemas de pele, como acne e espinhas, parar de consumi-lo ajudará a deixar a sua cútis mais macia e bonita.
A alimentação é o principal motivo para o surgimento de erupções na pele então fique de olho na sua dieta e deixe o leite de lado.

10. Você terá mais qualidade na sua alimentação
Boa parte do rebanho de vacas leiteiras do país não é alimentada da maneira certa, a mistura para a ração desses animais pode conter desde milho e soja transgênicos até restos de outros animais.

Todos esses alimentos inadequados contaminam o leite que chega até a sua mesa e podem afetar a sua saúde.

Ao parar de beber leite você contribui para sua alimentação ser mais saudável.

11. Melhora das reações do seu sistema imunológico
Em geral o leite que compramos no mercado é homogeneizado o que faz com que as suas proteínas sejam desnaturadas.

Isso faz com que o leite seja bem difícil de ser digerido.

O corpo pode identificar as proteínas do leite como corpos estranhos que devem ser combatidos e com isso desencadear uma reação desmedida do sistema imunológico.

Parar de beber leite pode fazer com que o seu sistema imunológico se preocupe com o que realmente deve ter importância.

12. Diminui os riscos de desenvolver intolerância a Lactose
A Lactose nada mais é do que o açúcar do leite, e quando bebemos muito leite podemos acabar nos tornando intolerantes a essa substância.

O problema é que a Lactose, por ser um açúcar natural, não está somente no leite e seus derivados.
Uma forma de evitar ter essa intolerância que causa sintomas desagradáveis como dores no estômago, diarreias, gases entre outros é parar de beber leite.

13. Você poderá se sentir uma pessoa melhor
Esse item da lista é para quem sabe do sofrimento que as vacas leiteiras passam durante sua vida, sempre confinadas em cubículos sem nem chegar perto dos pastos que deveriam ser o seu alimento.

Quando você parar de beber leite saberá que está fazendo a sua parte em prol desses animais mesmo que não seja muito em relação ao todo.


FONTE: R7 / SITE DE BELEZA E MODA



CONHEÇA AS 5 DOENÇAS MAIS COMUNS EM MULHERES E SAIBA COMO SE PREVENIR
Apesar de mais cautelosas do que os homens, algumas mulheres veem doenças como tabu


Neste domingo (28), é lembrado o Dia Internacional de Luta pela Saúde da Mulher que busca ampliar o debate e a conscientização sobre o direito das mulheres à saúde. Apesar das mulheres terem mais cautela e se submeterem a mais exames de prevenção que os homens, ainda existem doenças que soam como um tabu ou algo muito distante da realidade, segundo a ginecologista e obstetra da Maternidade Perinatal Mariana Conforto. 



— As pacientes muitas vezes deixam a dor que está incomodando de lado, achando que não é nada. Algumas até se automedicam ao invés de procurarem um médico. 



Portanto, diante de qualquer sinal estranho no corpo ou dor, procure um médico. A seguir, conheça as cinco doenças e sintomas mais comuns que atingem as mulheres: 



1 – CÂNCER DE MAMA

O câncer de mama é uma das doenças que mais matam mulheres, segundo o INCA (Instituto Nacional de Câncer). Um dos principais sinais é o aparecimento de um nódulo na mama ou próximo à axila. No entanto, esse não é o único sintoma a ser verificado. Secreção no mamilo, inchaço ou vermelhidão na área da mama merecem atenção. Por isso que fazer o autoexame é tão importante, porque ele pode ajudar na descoberta da doença e colaborar no diagnóstico. No entanto, o exame não deve substituir a mamografia, ressalta a ginecologista.



— Além de todo o rastreio precoce de lesões e nódulos, o autoexame ajuda a mulher a conhecer o próprio corpo. Ele pode ser realizado de pé ou sentada, e até mesmo durante o banho. O mais importante é que seja feito, independente de como.



O estilo de vida também é uma questão importante na hora de se prevenir. Evitar o excesso de bebidas alcoólicas, praticar atividades físicas e consumir alimentos saudáveis é a melhor forma de evitar a doença. 



2 – ENDOMETRIOSE

Cólica crônica e dificuldade para engravidar são alguns dos sintomas dessa patologia que atinge de adolescentes a mulheres adultas: a endometriose. Suas causas não são muito claras e o tratamento varia em cada caso. Porém, somente seu nome já causa desconforto, pois a doença é considerada uma das principais razões da infertilidade feminina, atingindo de 10 a 15% das mulheres em idade fértil, explica Mariana. 



— Ainda não se sabe ao certo a causa da endometriose. Sabe-se que é mais frequente em mulheres de raça branca e pode ter relação com infertilidade. É importante prestar atenção nos sinais e procurar um ginecologista para maiores investigações e retirar suas dúvidas. A endometriose é uma doença benigna, que pode ser tratada adequadamente. 



3 – INFECÇÃO URINÁRIA

A infecção urinária afeta muito mais o público feminino porque o canal da uretra das mulheres mede 3 cm, enquanto o dos homens mede 20 cm. Por conta disso, prender o xixi, fazer a higiene íntima incorretamente, utilizar absorvente por muito tempo e beber pouca água são práticas que podem causar infecção urinária.



Caso você sinta os sintomas de ardência e dor ao urinar, mudança na coloração da urina e vontade de ir ao banheiro toda hora, é bom procurar um médico, aconselha a ginecologista. 



— A infecção urinária deve ser tratada adequadamente e rapidamente. Quando isso não acontece, pode evoluir de um quadro a princípio simples para uma infecção nos rins, necessitando de internação hospitalar e antibioticoterapia venosa, por exemplo. 



4 – CÂNCER NO COLO DE ÚTERO

Dados do INCA mostram que o câncer de colo de útero mata mais de 5 mil mulheres todo ano, ou seja, uma morte a cada 90 minutos. Em muitos casos, a doença é causada pela infecção do vírus papiloma humano ou HPV. O tabagismo também tem um fator muito importante no desenvolvimento da doença. Por esse motivo, é fundamental se prevenir tomando a vacina contra o HPV e realizando o exame Papanicolau periodicamente para um monitoramento adequado, sugere a especialista. 



— É preciso ficar atenta e procurar um ginecologista se você estiver com alguma secreção vaginal alterada ou com odor desagradável, sangramento anormal ou sangramento durante a relação sexual. 

5 – FIBROMIALGIA 
As mulheres são dez vezes mais propensas a desenvolver fibromialgia que os homens. Seu principal sintoma é a dor muscular generalizada acompanhada de fadiga, alterações no sono e humor. As pacientes que convivem com a doença também podem apresentar ansiedade, depressão, síndrome do intestino irritável e disfunção da articulação. De forma direta, a fibromialgia não oferece risco de morte, mas de maneira indireta ela pode trazer muito sofrimento à portadora por conta das dores crônicas. De acordo com a especialista, a causa específica ainda é desconhecida, porém existem tratamentos que podem colaborar para uma vida mais saudável. 

— A atividade física colabora com o bem-estar físico e mental da paciente. Bons hábitos como não fumar e acompanhamento multidisciplinar, são ótimos mecanismos para se alcançar uma melhor qualidade de vida. Evitar situações estressantes é fundamental para se manter bem durante o tratamento. (FONTE: R7)


UMA MOSCA POUSA NA COMIDA – E AGORA? CONTINUAR COMENDO OU JOGAR TUDO FORA?
Quem nunca continuou comendo aquele belo prato de sopa mesmo depois de uma mosca ter pousado sobre ele; afinal, é só espantar o inseto que está tudo bem, não é mesmo?

Bem... Na verdade, não. O problema é que quase todo mosquito, quando pousa em algum tipo de comida, acaba vomitando nela também e depositando coisas que você não comeria se pudesse ver. Ainda que moscas sejam seres pequenos, não podemos desconsiderar o fato de que elas transportam em média 200 tipos de bactérias que podem ser bastante prejudiciais à saúde humana.

Já se sabe, por exemplo, que as bactérias transportadas por insetos podem provocar problemas de saúde que vão desde infecções respiratórias até intoxicação alimentar. A dica basicamente é: se uma mosca pousar na sua comida, é melhor parar de comer imediatamente.

Um grupo de pesquisadores da Universidade da Flórida conduziu um estudo sobre o assunto. Analisando mosquitos que haviam voado em lixeiras e passado pela porta de alguns restaurantes, eles descobriram que existe, sim, relação entre a presença desses insetos e o desenvolvimento de algumas doenças.

Os pesquisadores explicaram que adultos saudáveis geralmente combatem a maioria das bactérias transportadas por mosquitos, mas crianças, idosos e pessoas com baixa imunidade (incluindo pacientes que estão fazendo quimioterapia) acabam ficando mais vulneráveis.

“As moscas precisam apenas tocar a sua comida por 1 segundo para que suas pernas ou os pequenos pelos que têm sobre o corpo transfiram os germes de todas as coisas nojentas que elas comem para o que você está comendo. E uma vez que moscas podem transferir sérias e contagiosas doenças como cólera, diarreia e febre tifoide, é provavelmente melhor evitar comer coisas nas quais moscas pousaram”, explicou Ron Harrison, especialista em controle de pragas, em declaração publicada no Metro.

E AGORA, JOSÉ?
Vale lembrar que mosquitos também podem estar contaminados por salmonela, antraz e tuberculose – sem falar, é claro, na fama que esses insetos têm por transportarem ovos de vermes parasitas. Se a ideia é evitar desperdício de comida, pelo menos não coma a parte do alimento que entrou em contato com o mosquito, e se houver sinal de qualquer doença, procure orientação médica sem pestanejar.

Para evitar que moscas se aproximem da sua casa, mantenha sua cozinha limpa, se livre do lixo com frequência, cubra os alimentos que ficam expostos, coloque redes protetoras nas janelas caso você more em uma região com muitos mosquitos, use ventiladores para afastá-los e, claro, recorra a produtos inseticidas (longe da comida, não se esqueça!).

FONTE(S): METRO/RICHARD HARTLEY-PARKINSON
IMAGEN(S): GIPHY / WOMAN'S DAY


6 ORIENTAÇÕES SOBRE INFARTO QUE PODEM SALVAR VIDAS, DADAS POR MÉDICO DE PRONTO-SOCORRO
Doenças do coração ainda são as principais responsáveis por mortes em todo o mundo e reconhecer os primeiros sinais e ter o maior número de informações possível sobre o assunto são medidas simples que podem salvar vidas. Conheça 6 orientações sobre infarto que você deveria saber, dadas por médico de Pronto-Socorro e reunidas pelo site do programa NBC News:

Coisas que você precisa saber sobre infarto:
1. Você já sabe que exercícios físicos são essenciais para a saúde, mas talvez deva se lembrar que, segundo os médicos, a regularidade é mais importante do que a intensidade. Evite o esforço excessivo, respeite seus limites e sempre procure um especialista e realize exames clínicos antes de iniciar qualquer atividade.

2. Ouça seu corpo e não ignore sintomas estranhos que sente repentinamente. Dores fortes no peito e sinais mais sutis como náuseas e vômitos, falta de ar e tontura podem ser os primeiros sinais de que há algo errado com seu coração.

3. A primeira coisa que você deve fazer se experimentar algum sintoma do gênero é ligar para o serviço de saúde de emergência.

4. Após ligar para o socorro médico, mastigue uma aspirina de 325mg. O remédio é considerado o primeiro método a ser adotado em caso de ataque cardíaco.

5. Um ataque cardíaco corta o fluxo de sangue para o coração, provocando assim a dor na região. Uma vez que o músculo é danificado, não há como reverter a condição e um coração danificado não bate mais de forma tão quanto antes. Então, quanto mais tempo você espera para se tratar, maior o dano muscular.

6. Mulheres também sofrem ataques cardíacos, mas algumas vezes os sintomas podem ser diferenciados. Além dos sinais clássicos, como dor no peito e falta de ar, elas podem sentir cansaço extremo.


ESPECIALISTA ESCLARECE PRINCIPAIS BOATOS SOBRE SAÚDE ÍNTIMA DOS HOMENS
Você sabia que é possível, sim, reverter uma vasectomia? Ansiedade e nervosismo levam à disfunção erétil. A saúde íntima masculina pode gerar dúvidas, principalmente porque os homens pouco falam sobre isso. O urologista Rafael Buta, da Aliança Instituto de Oncologia, esclarece algumas das dúvidas mais frequentes em se tratando desse tema. Ele ressalta a necessidade de ir ao consultório médico com periodicidade.  


— Realizar exames e consultas de rotina é fundamental para manter a saúde estável e evitar o diagnóstico de doenças em estágio avançado.



1 - FIMOSE DIFICULTA A HIGIENIZAÇÃO DO PÊNIS, O QUE PODE CAUSAR DIVERSAS INFECÇÕES E DOENÇAS. Verdade.

A fimose é uma condição na qual a glande do pênis não fica exposta por causa do excesso de prepúcio, a pele que cobre a glande. Ela dificulta a higienização dessa região, o que pode levar a infecções e aumenta a chance de câncer de pênis. O especialista explica que também pode causar desconforto e até lesões durante o sexo. 

— A cirurgia para tratar a fimose retira o prepúcio é um procedimento rápido e não necessita de internação hospitalar.



2 - VASECTOMIA É REVERSÍVEL. Verdade.  

A vasectomia é um processo de esterilização masculina no qual o ducto deferente, por onde passam os espermatozoides do testículo ao meio externo, é interrompido. O especialista frisa que é reversível por meio de operação delicada, mas o potencial de fertilidade do paciente fica reduzido.



3 - APÓS A VASECTOMIA, O HOMEM PERDE A LIBIDO E NÃO CONSEGUE TER EREÇÕES. Mito.

Após o procedimento, o homem continua a ejacular normalmente, já que o local de produção do esperma não sofre interferência. Porém, o líquido deixa de conter espermatozoides.



4 - NERVOSISMO E ANSIEDADE NA HORA DO SEXO PODEM CAUSAR DISFUNÇÃO ERÉTIL. Verdade.

A disfunção erétil pode ocorrer devido a causas psicológicas ou físicas. As causas psicológicas são, em geral, nervosismo e estresse. Esse tipo de sentimento aumenta a liberação de hormônios que geram descarga de adrenalina, o que dificulta o relaxamento dos músculos e atrapalha a ereção. As causas orgânicas são originadas por problemas como AVC (acidente vascular cerebral), EM (esclerose múltipla), hipertensão arterial e diabetes.


5 - A DISFUNÇÃO ERÉTIL ATINGE APENAS PESSOAS COM MAIS DE 40 ANOS. Mito.

A disfunção erétil pode acontecer em qualquer época da vida adulta, inclusive com os jovens, porém as chances aumentam com o passar da idade.


6 - EJACULAÇÃO PRECOCE NÃO TEM CURA. Mito.

Ejaculação é a liberação do sêmen pelo pênis, como explica o urologista. Ela é classificada como precoce quando o homem é incapaz de controlar essa função. Acomete de 25% a 30% da população masculina. O tratamento é para a ansiedade do paciente, para que este possa controlar a ejaculação. Ele pode envolver técnicas comportamentais, medicamentos e psicoterapia.


7 - A PARTIR DOS 40 ANOS, TODOS OS HOMENS TÊM ANDROPAUSA. Mito.

A andropausa é a queda dos hormônios masculinos, que costuma ocorrer com aqueles que têm mais de 40 anos. O especialista explica que não é regra. Os estudos apontam que apenas 20% dos homens com mais de 40 anos de idade sofrerão a queda da testosterona. O tratamento consiste na reposição da testosterona, na forma de injeção intramuscular ou transdérmica (gel aplicado diretamente na pele, diariamente).

Fonte: R7

ATÉ OS SEIS MESES DE IDADE, O BEBÊ SÓ PRECISA DO LEITE MATERNO
A Organização Mundial da Saúde e o Ministério da Saúde recomendam o aleitamento materno exclusivo até os 6 meses de idade. Depois dessa fase, o leite materno sozinho (ou fórmula infantil) não contém todos os nutrientes necessários, especialmente o ferro, por isso outros alimentos devem ser introduzidos. 

Crianças que só tomam leite materno até os 6 meses têm menores riscos de desenvolver reações adversas e alergias a certas comidas. Isso é ainda mais importante no caso de um histórico familiar de alergias. 

Caso você esteja se preparando para voltar ao trabalho e precise começar a variar a alimentação do bebê, converse com o pediatra primeiro, especialmente se seu filho nasceu prematuro. 

Se começar a dar novos alimentos ao seu filho antes dos 6 meses, tome cuidado com certas comidas, como ovos, queijos, laticínios, peixes e frutos do mar, alimentos com glúten -- a criança pode demonstrar alguma alergia ou sensibilidade. 

Alguns pediatras recomendam acrescentar uma gema à sopa do bebê, então só lembre de ferver o ovo por pelo menos cinco minutos antes de misturá-la. 

Entre os sinais de que a criança está pronta para a introdução de novos alimentos estão fome após uma boa mamada, acordar no meio da noite depois de já ter chegado ao estágio de conseguir dormir a noite inteira, capacidade de sentar com algum apoio, ganho de peso mais vagaroso e desinteresse pelo peito. 

Alguns bebês demonstram também curiosidade pela comida no seu prato e tentam pegar algum alimento e colocar na boca.
Escrito para o BabyCenter Brasil
Aprovado pelo Conselho Médico do BabyCenter Brasil


http://brasil.babycenter.com/a1500281/alimenta%C3%A7%C3%A3o-por-idade-do-nascimento-aos-6-meses#ixzz4YmoBU2lw 



Embora não exista parâmetros para dizer se está dentro da normalidade ou não, o cheiro da vagina muitas vezes pode incomodar. Além disso, alguns maus hábitos podem alterar o equilíbrio da flora vaginal e, consequentemente, causar odores desagradáveis.

É NORMAL TER CHEIRO NA VAGINA?
É completamente natural que a vagina elimine secreções. Composta por células mortas e produtos da degradação do meio, ela naturalmente tem um cheiro e, de acordo com a ginecologista e obstetra Heloisa Brudniewski, nenhuma mulher deve se preocupar com este odor, que é suave e muitas vezes quase imperceptível e pode mudar de acordo com cada fase do ciclo menstrual. No entanto, quando ele estiver forte demais, diferente do habitual e causando incômodo, é sinal de anormalidade e hora de buscar orientação médica.

O QUE CAUSA MAU CHEIRO NA REGIÃO ÍNTIMA?
Cheiro anormal e que causa desconforto dever ser investigado
Na vulva, parte externa do sistema reprodutor feminino, existem diversas bactérias e fungos que vivem em harmonia. A flora vaginal, no entanto, pode ser alterada a partir de determinados hábitos, como a alimentação ou prescrição de antibióticos. As infecções ou inflamações vaginais têm como um dos principais sintomas o corrimento acompanhado, geralmente, de mau cheiro.
A seguir, veja quais hábitos podem alterar a saúde da sua região íntima e, consequentemente, causar cheiro ruim na vagina.

Roupa justa – os tecidos justos impedem a respiração da região e facilitam a impregnação de fungos e bactérias nocivos. Para evitar, opte por peças mais larguinhas e feitas de algodão.

Higiene excessiva – pelos e secreções são essenciais para a proteção da região. Ao lavá-la muito, a tendência é que as bactérias e o fungos que antes viviam em harmonia, se proliferem desregradamente e causem doenças. Para evitar, faça a higienização normal durante o banho – dois por dia é suficiente.

Higiene insuficiente – ao mesmo tempo, deixar de higienizar a região também é um problema, já que o suor e a secreção em excesso pode causar coceira e outras doenças. Para evitar, lave todas as dobras com cuidado durante o banho utilizando sabonete neutro, sem cheiro e sem cor.

Sabonete inadequado – sabonetes que limpam excessivamente ou que possuem substâncias químicas para alterar o cheiro ou a cor do produto podem causar irritações. Para evitar, opte pelo sabonete neutro, sem cheiro e sem cor.

Ducha vaginal – lavar o canal é arriscado porque altera toda a região, além de causar micro lesões. Para evitar, faça a higienização apenas por fora porque a vagina é capaz de se auto regular.

Absorvente diário – o produto abafa a região. Para evitar, utilize apenas no fim da menstruação. No dia a dia, prefira as calcinhas de algodão.

Além disso, outras características individuais e que não necessariamente tenham relação com maus hábitos também podem influenciar no odor da região. São elas:

Transpiração excessiva – para evitar, troque as peças íntimas com frequência e opte por tecidos frescos de algodão.

Vazamento de urina – antes de tomar qualquer atitude é necessário investigar a causa dos escapes. Para evitar, seque sempre a vulva e sempre troque a calcinha molhada.

Excesso de peso – as dobrinhas formadas na pele também podem causar o problema. Para evitar, lave e seque com cuidado a região e, após o banho, fique um tempo sem roupa.


O QUE É E COMO TRATAR A CANDIDÍASE
A candidíase é uma infecção causada pelo fungo Candida, normalmente da espécie albicans que provoca coceira intensa, vermelhidão e placas esbranquiçadas, afetando principalmente a boca e os órgãos genitais de homens ou mulheres.

A candidíase tem cura e o seu tratamento pode ser feito com pomadas ou remédios que eliminam os fungos que estão provocando essa doença, ajudando no alívio dos sintomas.

Este tipo de fungo vive no organismo humano, mas o sistema imune é capaz de evitar a sua proliferação exagerada. Porém, quando o corpo está mais fraco ou sofre alguma alteração hormonal, como após uma gripe ou durante a gravidez, estes fungos podem se reproduzir de forma exagerada causando a candidíase. 

TRATAMENTO PARA CANDIDÍASE
O tratamento para candidíase normalmente é feito com uso de remédios orais, pomadas ou solução, além de dieta adaptada e deve sempre ser orientado por um ginecologista, urologista ou dentista dependendo da região afetada porque seu tratamento varia conforme a área afetada.

COMO TRATAR A CANDIDÍASE GENITAL
A candidíase genital pode afetar o homem e a mulher e para o tratamento são usadas pomadas como Candicort ou Fluconazol, que devem ser aplicadas 2 a 3 vezes por dia, entre 3 até 14 dias, de acordo com a indicação do médico ou em comprimidos principalmente no homem. (Não se auto medique. Procure um médico).

Além disso, deve-se:
- Evitar roupas íntimas que não sejam de algodão;
- Lavar a região genital somente com água e sabonete neutro ou sabonete próprio para a região;
- Sempre que possível, dormir sem roupas íntimas;
- Evitar absorventes internos;
- Evitar ter contacto intimo desprotegido durante o tempo de tratamento com os remédios.

Estes recomendações ajudam a evitar que a infecção seja recorrente e também se pode proceder à lavagem dos órgãos genitais com folhas de barbatimão como remédio caseiro que auxilia no tratamento da candidíase.

CAUSAS DA CANDIDÍASE
Alguns fatores que estão associados ao aumento do risco de ter candidíase, incluem:

- Relação sexual desprotegida com parceiro contaminado;
- Uso frequente de antibióticos, anticoncepcionais e corticoides;
- Gravidez ou durante a menstruação;
- Doenças como diabetes, AIDS, HPV e lúpus que tornam o sistema imune mais fraco;
- Uso frequente de roupas apertadas ou molhados;
- Andar descalço ou partilhar luvas por exemplo;
- Fazer higiene intima mais de 2 vezes ao dia e usar absorvente por mais de 3 horas seguidas.

Uma pessoa também pode estar contaminada com o fungo e não saber, pois a doença normalmente se manifesta quando o sistema imunológico está enfraquecido.

TIPOS DE CANDIDÍASE E SEUS SINTOMAS
Os principais tipos de candidíase e seus sintomas são:

- Candidíase vaginal: caracterizada por coceira vaginal, corrimento branco em grumos, como nata de leite e mal cheiro no local, além de poder haver ardor e dor durante as relações íntimas.

- Candidíase no homem: normalmente não causa sintomas e quando eles surgem caracteriza-se por coceira, manchas vermelhas no pênis, leve inchaço, ardor ao urinar, feridas esbranquiçadas na glande, dor durante o contato íntimo.

- Candidíase oral: também chamada de sapinho, esse tipo da doença costuma afetar bebês e adultos com o sistema imune enfraquecido e é caracterizada por placas esbranquiçadas na boca, na língua, céu da boca e na garganta, ardência na boca e dor ao engolir.

- Candidíase na pele: manifesta-se através de sintomas como coceira e vermelhidão que surgem especialmente nas 'dobrinhas' da pele de pessoas com o sistema imune enfraquecido.

- Candidíase intestinal: observa-se a presença de pequenos resíduos esbranquiçados nas fezes que estavam na parede do intestino.

A transmissão da candidíase oral pode acontecer por contato direto, através do beijo e de relações íntimas sem proteção, mas só afeta normalmente pessoas que estejam com o sistema imune enfraquecido.

DIAGNÓSTICO DE CANDIDÍASE
O diagnóstico da candidíase é feito através do exame clínico com o médico, que irá avaliar os sintomas nos locais afetados do corpo, e através de exames laboratoriais que confirmam a presença do fungo na região.

Para os exames laboratoriais, o médico raspa uma pequena amostra da região afetada e envia para o laboratório, que irá avaliar a presença do fungo através do microscópio. Nas mulheres, esse exame é feito através do papanicolau.

CONFIRA ALGUMAS FOTOS DA DOENÇA:


NÃO SE AUTO MEDIQUE. SE DESCONFIAR DE ALGO ERRADO EM SEU CORPO, PROCURE UM MÉDICO IMEDIATAMENTE




PRECISAMOS NOS CONSCIENTIZAR TAMBÉM SOBRE QUESTÕES COMO HIPOGLICEMIA NOTURNA
O diabetes é uma das doenças que mais têm aumentado sua incidência em todo o mundo. Fatores como o estresse e a obesidade têm sido determinantes para o expressivo crescimento no número de pacientes diabéticos, que segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), quadriplicou nas últimas três décadas, passando de 108 milhões em 1980 para 422 milhões em 2014. No Brasil, a doença também se espalha, com mais de 16 milhões de brasileiros adultos (8,1%) sofrendo do problema, que mata 72 mil pessoas por ano no País.

Campanhas como a do Dia Mundial da Diabetes, lembrado a cada 14 de novembro, vêm para tentar chamar atenção para a doença.  Mas, além da iniciativa anual, segundo afirmou o endocrinologista Freddy Goldberg Eliaschewitz, do CPCLIN (Centro de Pesquisas Clínicas), em São Paulo, é importante a consciência diária em relação aos perigos da obesidade e da falta de cuidados em relação à doença.
— Estamos enfrentando agora uma verdadeira epidemia de diabetes que vem a reboque da epidemia de obesidade e origina outras epidemias como a de doença renal, de cegueira e de doenças vasculares e do coração, é uma epidemia silenciosa. Mata mais gente do que câncer e Aids juntos e se faz muito menos barulho a respeito disso, então está na hora de começar a dizer que diabetes é tão perigoso quanto e se prestar atenção.

O diagnóstico é fundamental para explicitar algo que costuma evoluir silenciosamente. A SBD (Sociedade Brasileira de Diabetes) tem estatísticas mostrando que, no Brasil, 46,3% das pessoas que apresentam a doença não sabem que são portadoras. Alguns sintomas, em geral, são um sinal de alerta para a doença, conforme afirma o endocrinologista do Hospital Albert Einstein, Paulo Rosenbaum.
— O diabetes é uma das principais causas de doenças cardiovasculares e os sintomas às vezes não são percebidos. A pessoa deve ficar atenta a fatores como histórico famíliar, obesidade ou hipertensão. São fatores de risco. Nestes casos recomenda-se a realização, pelo menos uma vez por ano, de teste de glicemia e de hemoglobina glicada, como prevenção para se chegar a um diagnóstico. Outros sintomas, como emagrecimento e interrupção excessiva do sono para urinar, também devem servir como um alerta para que se procure um médico.

DIAGNÓSTICO DO DIABETES
A partir do momento em que há o diagnóstico, efeitos colaterais do tratamento, como sudorese, taquicardia, tontura e tremores, também podem surgir e precisam ser entendidos no contexto da doença.

Uma das consequências que os pacientes com diabetes mais podem ter é a hipoglicemia, quando os níveis de glicose (açúcar) no sangue ficam abaixo de 70mg/dL. Isso costuma ocorrer justamente por eles terem de receber quantidades de insulina, hormônio que leva o açúcar para as células, regulando a quantidade no sangue, que, no paciente diabético, é alta.

O diabetes, em sua essência, é um retrato, potencializado pela deficiência de produção de insulina, da permanente busca do equilíbrio necessário a qualquer ser humano. Alimentação, prática de exercícios, qualidade de vida são elementos essenciais a qualquer um. Em um paciente diabético, ainda mais.

Quando a taxa de glicose no sangue fica acima de 126 mg/dL no jejum, por duas ocasiões seguidas, o diagnóstico tende a ser de diabetes. Eliaschewitz esclarece, porém, que mais importante do que o momento, é a média da quantidade de açúcar em longo prazo.
— O que leva a complicação [de diabetes] não é o açúcar [em quantidade alta] que alguém tem, por exemplo, em uma segunda de manhã. O nível de açúcar é um flash, uma foto, o que leva a complicação é como a glicose se comporta ao longo do tempo, qual a média da glicose que se mantém.

Eliaschewitz acompanhou o início da implantação de um teste, nos anos 80, ainda desconhecido no Brasil, inclusive pelas autoridades sanitárias:
— Temos o exame de hemoglobina glicada, que dá a média do açúcar no sangue nos últimos 120 dias.

HIPOGLICEMIA NOTURNA 
A doença foi descoberta já nos tempos do Egito antigo (1.500 a.c) e ganhou o nome na era grega. Diabetes significa sifão, por onde passam líquidos, em alusão à permanente necessidade de urinar dos pacientes com tal doença.


O termo mellitus passou a ser utilizado a partir do século 18, por intermédio do médico britânico William Cullen. Em latim, significa mel, já que a urina daqueles com diabetes contém açúcar.

Com a descoberta da insulina, chegou-se finalmente ao diagnóstico da diabetes mellitus tipo 1 (quando o pâncreas não produz insulina geralmente desde a infância), que até então não tinha tratamento. Em geral, a utilização de insulina ocorre em pacientes com diabetes tipo 1.

A do tipo 2 (adquirida gradativamente e que atinge cerca de 90% dos pacientes) até tinha melhoras com o emagrecimento do paciente, segundo conta Eliaschewitz. 

Porém, a hipoglicemia causada pela insulina injetada em pacientes com diabetes ainda traz alguns riscos, principalmente durante a noite, diz o especialista.

— A hipoglicemia noturna é um evento relativamente frequente e o paciente geralmente não percebe [por estar dormindo]. Quando isso ocorre, além de parar de produzir insulina [os que ainda têm essa atividade] o corpo se defende também produzindo um hormônio que aumenta o açúcar [glucagon].

Nesse período noturno, se a glicemia continuar a baixar, o organismo utiliza um segundo recurso, sob comando do sistema nervoso central, para aumentar a taxa de açucar, conforme conta o médico.

RESPOSTAS À ADRENALINA
Nesta segunda linha de defesa três hormônios são produzidos: noradrenalina, o hormônio de crescimento e a cortisona. A (nora) adrenalina, como se sabe, causa tremor, é o mesmo que é produzido quando se toma um susto. Se olharmos para o rosto de um paciente diabético com hipoglicemia, parece uma pessoa que levou um susto, ela fica pálida, tudo isso porque liberou adrenalina.


Em princípio, ressalta o médico, qualquer pessoa com hipoglicemia, diurna ou noturna, deveria perceber a ocorrência pelo efeito da adrenalina. Mas o sono se torna um atenuador da resposta e pode ser perigoso, já que uma disritmia cardíaca pode surgir sem que o indivíduo se dê conta.
— Dormindo a resposta é pequena, a adrenalina faz o açúcar subir ao normal e a pessoa nem percebe. O sono é um grande atenuador de resposta à hipoglicemia, por isso a hipoglicemia noturna é perigosa. O perigo noturno é ameaçador, quando ocorre pode atingir certa gravidade.

A situação  pode causar a morte do paciente, mas, segundo o médico, trata-se de uma ocorrência mais remota, principalmente por causa do avanço dos tipos de insulina, feitos com a mesma capacidade de elevar o nível de açúcar no sangue, mas sem causar baixas consideráveis.
— A morte súbita na cama, por hipoglicemia, é um evento extremo e é relativamente raro, mas a hipoglicemia noturna é um evento mais frequente. Em média há dois episódios por noite, se colocarmos um sensor perceberemos que 40% das pessoas com diabetes tipo 1 têm hipoglicemia noturna.


Após os 50 anos, 1 em cada 6 homens terá câncer de próstata. No Brasil, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens (atrás apenas do câncer de pele não-melanoma).

Mas, diferente de 40 anos atrás, quando a doença tinha um tratamento complicado e o preconceito era grande, não dá mais para você ficar se escondendo dos exames e dar chance para o mal. Para isto que foi criado o Novembro Azul (Movember), incentivando e orientando o homem sobre a necessidade de conversar sobre a saúde masculina. Para te ajudar com informações úteis sobre o câncer da próstata, entramos em contato com o urologista Fábio Crialezi, membro da Sociedade Brasileira de Urologia, para mostrar algumas informações básicas sobre o câncer de próstata que todo homem precisa saber.

QUEM CORRE MAIS RISCO DE TER CÂNCER DE PRÓSTATA? 

O câncer de próstata é a segunda neoplasia maligna mais frequente no sexo masculino e os principais fatores de risco são a idade elevada e o histórico familiar presente (neste caso, o risco chega a ser 5 vezes maior para pessoas com até 3 familiares com câncer de próstata). Homens negros têm uma taxa maior em relação a homens brancos ou asiáticos, mas sabe-se que os hábitos ocidentais de vida também aumentam o risco.

QUANDO VOCÊ PRECISA COMEÇAR A SE CUIDAR?
Os exames devem iniciar-se aos 50 anos de idade. Pessoas com histórico familiar presente e negros devem iniciar seus exames de screening aos 45 anos de idade.

O EXAME DE TOQUE AINDA É NECESSÁRIO?
O exame de toque retal ainda é necessário pois pode detectar lesões precoces na próstata que nenhum exame de imagem com as tecnologias atuais seria capaz de diagnosticar. Desta forma, ele faz parte de todas as avaliações. Mas, ao contrário do que muitos imaginam, o exame de toque é muito pouco incômodo e extremamente rápido.

QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS SINAIS E SINTOMAS DO CÂNCER DE PRÓSTATA?
O câncer de próstata em suas fases iniciais não causa sintomas nem apresenta sinais. A introdução na prática clínica na década de 90 do exame laboratorial sanguíneo do PSA em conjunto com o exame de toque retal, trouxe a possibilidade de diagnosticar lesões malignas enquanto ainda localizadas na próstata, o que permite, na maioria das vezes, tratamento curativo.



COMO EVITAR?

Ainda não há forma concreta de se evitar o câncer de próstata. Manter uma alimentação saudável, não fumar, ser fisicamente ativo e visitar regularmente o médico contribuem para a melhoria da saúde em geral e podem ajudar na prevenção deste câncer. Existem algumas estratégias de prevenção com uso de medicamentos inibidores da 5-alfa-redutase, estatinas, anti-inflamatórios e moduladores de receptores seletivos de estrógenos, ou dietéticas pelo uso de carotenóides, retinóides, vitamina D, vitamina E, cálcio e selênio. Mas, não se comprovaram como 100%  eficientes em estudos científicos.

TRATAMENTOS PARA O CÂNCER DE PRÓSTATA
A forma de tratamento adequada vai depender de cada caso; da idade do paciente, da expectativa média de vida, do estadiamento da doença (se localizada ou avançada) e principalmente da escolha do paciente frente às opções possíveis.

Para doenças que estão ainda apenas na próstata, existem 3 tipos de tratamento (que são usados isolados ou em associação), que têm o objetivo de tentar curar o paciente. São eles a cirurgia, a radioterapia (radiação aplicada externamente) e a braquiterapia (que consiste na colocação se sementes radioativas no local da próstata).

Cada uma delas tem suas vantagens e desvantagens. Para pacientes mais idosos e tumores menos agressivos, pode-se também acompanhar o paciente rigorosamente e tratar apenas se o tumor mostrar sinais de alteração em sua agressividade. A decisão da melhor forma de tratamento deve ser tomada em conjunto entre o médico, o paciente e a sua família.

Nos casos avançados, onde a doença já “se espalhou” pelo corpo do paciente, também existem tratamentos, embora não sejam mais curativos, mas que podem controlar a doença, como o bloqueio hormonal (trata-se de bloquear a produção de testosterona, o hormônio masculino, que faz o câncer se desenvolver) ou a quimioterapia em alguns casos.

Colaborou: Dr Fabio Crialezi, CRM/PR:23691 RQE:2834, médico urologista, membro da SBU (Sociedade Brasileira de Urologia) e da ISSM (Sociedade Internacional de Medicina Sexual), estudando MBA Executivo em Saúde.

(FONTE: http://manualdohomemmoderno.com.br/fitness/coisas-que-todo-homem-precisa-saber-sobre-o-cancer-de-prostata )


TUDO ROSA EM OUTUBRO PARA PREVENIR O CÂNCER DE MAMA
O Outubro Rosa chega colorindo os monumentos do Brasil com o objetivo de chamar a atenção para o câncer de mama. Até o final de 2016, segundo o Instituto Nacional do Câncer José de Alencar Gomes da Silva (Inca), o Brasi vai registrar 57.960 novos casos da doença e 14,3 mil óbitos. 

Trata-se do segundo local do corpo mais atingido pela patologia no país e, apesar das frequentes campanhas alertando para a prevenção, a taxa de mortalidade ainda é alta, justamente pela grande frequência de diagnósticos tardios. “A maior parte das mulheres só identifica a doença quando ela já está em desenvolvimento, devido ao aparecimento de irregularidades na pele, sejam marcas, caroços nos seios e até mesmo franzidos”, pontua Miguel Torres, chefe do programa de tratamento da doença na Radiocare. O radio-oncologista alerta que, muitas vezes, a enfermidade chega de forma silenciosa. 

Tabagismo, sedentarismo e obesidade são fatores de risco que contribuem para um aumento da incidência da doença. “Boa alimentação e prática de exercícios físicos, diariamente, são bons parceiros na prevenção de doenças, entre elas o câncer de mama”, afirma, ressaltando que homens também podem ser afetados pela doença, não se esquecendo da prevenção.



TRATAMENTO:



» O tratamento varia de acordo com a gravidade da doença e das condições de saúde do paciente. O primeiro passo é fazer o diagnóstico completo com análises clínicas e biópsia para descobrir se o tumor é benigno ou maligno.



» Só com um diagnóstico é possível traçar uma estratégia de tratamento. Para o câncer de mama são indicadas a radioterapia, quimioterapia ou cirurgia. A rádio e a químio podem ser ou não combinadas.



» Os tratamentos são divididos em dois tipos: local e sistêmico. “O local inclui a cirurgia e a radioterapia, que são formas de tratar o tumor sem afetar o restante do corpo. Já o sistêmico trabalha com medicações orais ou pela corrente sanguínea, como é o caso da quimioterapia, capaz de atingir as células cancerosas em qualquer parte do corpo”, afirma Torres. (Fonte: EM)



VASECTOMIA: MITOS E VERDADES
Com certeza você já ouviu muita coisa sobre esse procedimento. Rumores sobre impossibilidade de reversão e sobre impotência são os mais comuns mas, hoje, a gente vai te explicar direitinho como a cirurgia funciona e o que é verdade e mentira na medicina atual.

Este texto foi baseado em uma entrevista que o Dr. Drauzio Varella fez com o Dr. Sami Arap, professor de urologia na Faculdade de Medicina da USP e membro da equipe do Hospital das Clínicas e do Hospital Sírio-Libanês.

O QUE É A VASECTOMIA
Vasectomia é uma cirurgia que interrompe a circulação dos espermatozoides conduzidos através do epidídimo – um tipo de tubo em forma de novelo que fica na parte superior dos testículos – para os canais deferentes que desembocam na uretra.


Esse método contraceptivo é bem eficaz mas, mesmo assim, muitos homens não passam pelo procedimento porque acreditam nos rumores de impotência sexual. Se você acredita nisso, pode ficar tranquilo: essa história é balela.

A vasectomia torna o homem estéril, mas não interfere na produção de hormônios masculinos nem no desempenho sexual.

O mais irônico é que, baseado em estatísticas, o Dr. Dráuzio Varella relata que boa parte dos homens brasileiros não se incomoda que suas parceiras façam o procedimento de laqueadura das trompas (uma cirurgia bem mais invasiva), mas foge da vasectomia.

O Dr. Sami Arap explica: “O homem tem medo de qualquer coisa que o leve à sala de cirurgia, ainda que saiba que se trata de uma pequena cirurgia com anestesia local. Homens e mulheres são muito diferentes nesse aspecto. Se ela se interessa por algum resultado, pergunta como faz para obtê-lo e submete-se ao procedimento indicado. O homem, ao contrário. Quer limitar o número dos filhos, consulta o médico, diz que vai pensar no assunto e chuta o problema para frente”.

COM A CIRURGIA É FEITA
A vasectomia é um procedimento realmente simples. O homem, por exemplo, nem precisa estar em jejum!

Entenda o passo a passo do procedimento com o Dr. Arap: ”Na sala de cirurgia, é feita uma pequena infiltração local com anestésico e uma incisão de 1cm em cada lado do saco escrotal. O maior desconforto que o paciente experimenta é quando o médico isola digitalmente os deferentes, canais que levam os espermatozoides do epidídimo para a uretra e anestesia de novo. A seguir, corta-se o deferente, interpõe-se tecido conjuntivo entre os dois pontos para não recanalizar e fecha-se a incisão. Pronto. O indivíduo está liberado para voltar para casa. Muitos saem do hospital e vão direto para o trabalho sem problema”.

É UMA CIRURGIA REVERSÍVEL?
Tecnicamente, a vasectomia é reversível. Mas a taxa de sucesso da cirurgia de reversão pode variar muito. Por exemplo: se o homem passou pelo procedimento há mais de 5 anos, a chance de sucesso com a reversão é bem menor.

Dr. Sami Arap explica: “Se a reversão for feita três ou quatro anos depois da vasectomia, em 90% dos casos o espermograma é bom e, em 70% existe a chance de a mulher engravidar. À medida que o tempo passa, a hiperpressão no epidídimo vai gerando fibrose e surgem obstruções não no lugar em que foi feita a ligadura, mas abaixo desse ponto, o que complica a cirurgia. Embora o índice de repermeabilização seja sempre o mesmo, os espermatozoides não aparecem.

Então, em vez de tirar aquele segmento e ligar os dois ductos deferentes, é preciso levá-los ao epidídimo num ponto proximal a esses que apresentam fibrose, fazendo uma conexão que deixa fora a área obstruída”.

Além disso, a cirurgia de reversão é muito mais complicada e precisa ser realizada no hospital, com anestesia troncular, com a utilização de material de microcirurgia.

Quando um paciente chega inseguro na consulta, o Dr. Sami Arap já sabe o que dizer: “Eu lhes explico que, nos Estados Unidos, de 6% a 8% das vasectomias são revertidas em algum momento da vida, isto é, o homem procura assistência médica para religar os canais deferentes, porque se separa da esposa e a nova companheira quer ter um filho com ele. Aos jovens, conto que me casei com 37 anos e tenho três filhos. Na verdade, tento dissuadi-los. Explico para ele e à sua mulher que, no futuro, podem divorciar-se e que não estão livres da fatalidade de perder um filho. Procuro dissuadi-los, porque ele pode arrepender-se de ter tomado uma atitude radical”.

TEM IDADE CERTA PARA FAZER?
Para Dr. Sami Arap, essa é uma resposta muito delicada. Ele diz: “Se o indivíduo tem mais de 40 anos e alguns filhos, eu lhe pergunto: ‘Como vai seu casamento?’ Todo o mundo sabe quando a união está instável. Se ele admite que as coisas não vão bem, aconselho: ‘Primeiro esteja feliz no casamento e depois assuma uma medida radical como essa. Antes decida se quer continuar casado ou se só não quer ter mais filhos’. É uma atitude ética, de certo modo paternalista, que considero essencial para orientar quem me procura para fazer vasectomia”.

Porém, se um jovem de, por exemplo, 28 anos, diz que vive bem com a mulher, tem três filhos e que, nem se decidir se casar com outra, vai querer ter mais um, o Dr. Sami Arap faz a cirurgia: “Acho importante o casal usufruir uma vida sexual sem preocupações nem ansiedade. Meu papel é conscientizá-los dos prós e contras do procedimento, porque julgo que essa decisão deve ser madura e tomada de comum acordo pelo homem e pela mulher”.

HÁ RISCOS DO PROCEDIMENTO NÃO FUNCIONAR?
Em 2% ou 3% dos casos, por alguma razão, forma-se um granuloma espermático na ligação do testículo e do deferente e um pouco de esperma acaba saindo.

Por isso, depois de um ou dois meses, quem fez vasectomia deve fazer um espermograma pois existe a chance de gravidez pela possibilidade de haver espermatozoides no esperma.


FONTE: Msn/Estilo de vida

FIM DO CHULÉ! SAIBA COMO SE LIVRAR DO CHEIRO RUIM NOS PÉS
Se você cansou de se sentir constrangido toda vez que precisa tirar o sapato na frente de qualquer pessoa porque aquele odor desagradável vindo dos seus pés toma conta do ambiente, chegou a hora de colocar um ponto final nesta situação. O blog Saúde Sem Neura conversou com a dermatologista Leandra d'Orsi Metsavaht, diretora da Sociedade Brasileira de Dermatologia, e vai te ensinar a se livrar do chulé de uma vez por todas.

A médica explicou que o chulé é mais comum entre os adolescentes, principalmente do sexo masculino. Mas isso não significa que as mulheres ou crianças estão totalmente livres do problema! A boa notícia é que o chulé não é hereditário.

Bom, eu (Fabi) sempre achei que a causa do chulé fosse falta de higiene, mas a dermatologista esclareceu que o cheiro ruim é uma combinação de calor e umidade (meia + sapato fechado + suor excessivo) que estimulam o crescimento de bactérias acima do normal.

Aí, você pode estar pensando: “Mas, devo andar descalço para dar fim ao chulé?”. Calma! Sem radicalismos, ok? A médica aconselha o uso de antissépticos e bactericidas para equilibrar a flora bacteriana dos pés.

Outra dica importante para driblar o odor desagradável é NUNCA usar o mesmo calçado todos os dias. Para as mulheres, essa orientação é facílima de cumprir, mas os homens também precisam alternar os calçados, enfatiza Leandra.
— Além disso, os sapatos também devem ser expostos ao sol para arejar e a troca de meias deve ser feita mais de uma vez ao dia, se necessário.

Por falar em meias, opte sempre pelas de algodão, já que são capazes de absorver o suor. Sobre aqueles sapatos de borracha confortáveis e fofos, vale destacar que eles costumam dar mais chulé. Para acabar com este probleminha, a médica orienta lavá-los sempre que possível.

Por fim, devo lembrá-los que após o banho é importante secar bem os pés e também entre os dedos, pois as bactérias tendem a se proliferar em lugares úmidos. Ah, e esqueça o talco! Eles costumam mais atrapalhar do que ajudar no cheirinho dos pés.
(Por Fabiana Grillo)


BEIJAR BOCA DE CRIANÇA OFERECE SÉRIOS RISCOS DE SAÚDE
Uma mãe advertiu outros pais a não deixar que ninguém beije seus bebês recém-nascidos na boca.
Claire Henderson disse isso após sua filha ser hospitalizada com feridas potencialmente fatais. A bebê, Brooke, teve de passar cinco dias no hospital com bolhas que poderiam ter causado danos ao fígado e ao cérebro. Claire, que está noiva de Steven Perkins, deu o conselho em seu perfil oficial no Facebook, para alertar outras mães sobre os perigos.

Preocupada, Claire escreveu: “Por favor, compartilhe isto com cada nova mãe e mulher grávida que você conhece. Feridas na boca podem ser fatais para um bebê. Antes dos 3 meses de idade o bebê não pode lutar contra o vírus da herpes, podendo causar danos ao fígado e ao cérebro, levando à morte. Eu sei que isso soa como alarmismo, mas se meu amigo não tivesse me falado, minha menina poderia estar gravemente doente”.
A postagem foi compartilhada mais de 35 mil vezes. Felizmente, Claire percebeu cedo os sinais e levou a bebê rapidamente ao hospital, onde ela teve de passar três dias sob supervisão médica controlando suas funções através de exames. “Ela teve muita sorte. A moral da história é: não deixe ninguém beijar seu recém-nascido na boca, mesmo que não tenham herpes labial aparente”, disse..

A reivindicação está correta, pois, de acordo com dados mundiais de saúde, mais de 85% da população é portadora do vírus do herpes. Claire disse que muitos de seus amigos nunca haviam ouvido falar disso e ela acredita que é importante aumentar a consciência da população.

De acordo com o Sistema Nacional de Saúde do Reino Unido, as feridas suspeitas são “pequenas bolhas que se desenvolvem nos lábios ou ao redor da boca”, causadas pelo vírus Herpes simplex. Elas, geralmente, desaparecem sem necessidade de tratamento, dentro de sete a dez dias, afirma o porta-voz do órgão – embora não tenha cura e os vírus permaneçam no corpo para sempre.

Os sintomas começam, muitas vezes, com um formigamento, comichão ou ardor ao redor da boca. Pequenas feridas cheias de líquido aparecerão, em seguida, mais comumente nas bordas do lábio inferior. Embora seja uma condição leve em adultos, pode causar danos ao fígado e cérebro em crianças com menos de 2 meses, até mesmo levando à morte.
FONTE/FOTOS: Daily Mail 

CONHEÇA OS NUTRIENTES DOS ALIMENTOS DE FESTA JUNINA
Quando ouvimos falar em festa junina, uma das primeiras recordações que nos vem à mente são as comidas típicas. Apesar da grande tentação que elas nos trazem, sobretudo nesse período de frio, é possível se divertir sem engordar, fazendo escolhas alimentares mais saudáveis e comendo com moderação.

“Lembrar-se de não ir para as festas juninas em jejum para evitar excessos é a primeira dica”, comenta a nutricionista clínica no Hospital Sírio-Libanês Marcela Taleb Haddad, que analisou alguns dos principais alimentos típicos das festas juninas e avaliou o que vale ou não a pena experimentar.

PINHÃO — Essa semente da araucária, árvore símbolo do estado do Paraná, é uma boa fonte de carboidrato complexo e rica em fibras, fornecendo energia e promovendo saciedade. Rico também em antioxidantes, o pinhão pode ainda atuar na saúde cardiovascular, combater o envelhecimento precoce e fortalecer o sistema imunológico. Esse alimento é indicado para pessoas com intolerância ao glúten (doença celíaca), pois a farinha do pinhão não contém glúten.

AMENDOIM – Rico em ácidos graxos monoinsaturados, ou seja, gorduras “boas” que podem auxiliar no controle do colesterol e na prevenção de doenças cardiovasculares. Os amendoins contêm também fitoesteróis e resveratrol, que podem auxiliar na prevenção do câncer. Em festas juninas, porém, geralmente são usados em preparações com manteiga e ricas em açúcar como pé de moleque e paçoca, o que requer consumo com moderação.

ALIMENTOS COM MILHO – O milho é um alimento rico em vitamina A, vitaminas do complexo B, fibras e minerais. Ele desempenha papel importante também na prevenção de doenças como prisão de ventre e hemorroidas. A pipoca, se preparada com pouco óleo e sem excesso de sal, é uma boa opção pois promove saciedade, assim como a espiga de milho cozida. Neste caso, basta evitar acrescentar manteiga. As outras preparações com milho, como curau, pamonha e bolo de milho, geralmente são acrescidas de açúcar, leite condensado ou leite de coco, e contém muitas calorias.

CARNES — Os espetinhos de frango ou de carne vermelha magra, como alcatra e patinho moído, são as melhores opções. A salsicha deve ser evitada, pois trata-se de um alimento embutido e rico em sódio e gordura. As carnes, no geral, são boas fontes de ferro, nutriente capaz de prevenir a anemia e atuar na formação da hemoglobina, responsável pelo transporte de oxigênio no organismo. As carnes são também fonte de vitamina B12, essencial para o bom funcionamento do sistema nervoso.

MAÇÃ DO AMOR — Apesar de ser uma fruta, trata-se de um alimento muito calórico devido ao excesso de açúcar em sua cobertura. O mesmo se aplica para os doces de abóbora e batata doce que, apesar de apresentarem vitaminas e propriedades nutritivas, também possuem elevada quantidade de açúcar e calorias. A maçã, sem o açúcar, ajuda a controlar o diabetes e o colesterol, melhora o funcionamento intestinal e é indicada para quem deseja emagrecer, pois é rica em fibras e provoca a saciedade. Tanto a abóbora quanto a batata doce contêm carotenóides, substâncias que se convertem em vitamina A no nosso organismo, protegendo as células dos danos oxidativos e, consequentemente, reduzindo o risco de desenvolvimento de algumas doenças crônicas.

VINHO QUENTE E QUENTÃO — O vinho quente possui substâncias que auxiliam na prevenção de doenças cardiovasculares, mas deve ser consumido com moderação por ter álcool e grandes quantidades de açúcar. Já o quentão, por ser preparado com gengibre, canela, cravo da índia e cascas de laranja e limão, possui ação anti-inflamatória e cicatrizante, mas é mais calórico. Além de açúcar, ele leva cachaça e possui maior teor de álcool. O ideal é optar pelo consumo de apenas uma dessas bebidas e não ultrapassar a quantidade de 150 mililitros (mL).
(Fonte: Hospital Sírio Libanês}

MARGARINA FAZ MAL À SAÚDE?
Depois dos ovos, carne vermelha, glúten e café, agora parece ser a vez da margarina entrar para a lista dos alimentos mais controversos de nossas dietas.

Consumida em todas as regiões do país e alardeada como uma alternativa mais saudável à manteiga de origem animal, a margarina vem aos poucos deixando de ser uma unanimidade entre os nutricionistas.

Isso tem levado muitas pessoas a se questionarem se, afinal, a margarina faz mal à saúde ou se ela seria na verdade um alimento que tem seu lugar de direito em uma dieta para a manutenção da saúde e da boa forma.

O QUE EXATAMENTE É A MARGARINA?
Bastante genérico, o termo costuma ser empregado para descrever gorduras alimentares de origem vegetal utilizadas em substituição à manteiga. Na época de sua invenção, há mais de dois séculos, a margarina era utilizada como uma alternativa mais barata à manteiga, embora também fosse de origem animal.

No século passado, cientistas descobriram um método para solidificar os óleos vegetais (naturalmente líquidos em temperatura ambiente), e assim a gordura animal foi substituída na fórmula original (é possível haver até 20% de gordura animal na margarina “moderna”).

Embora tenha de fato um custo menor que a manteiga, a margarina ganhou bastante espaço nas últimas décadas devido às campanhas dos órgãos de saúde, que passaram a sugerir uma redução no consumo de gorduras saturadas de origem animal.

Hoje a margarina é utilizada não apenas por aqueles que querem economizar, mas por muitas pessoas que acreditam que ela é mais saudável que a manteiga.

COMO É FEITA?
O processo de fabricação da margarina mais utilizado hoje em dia pode ser resumido nas seguintes etapas:

Óleos vegetais são extraídos da soja, milho, dendê, girassol, amendoim ou semente de algodão. O processo é feito através do uso de hexano, um solvente químico;

O óleo é tratado com vapor para remoção das impurezas (essa etapa destrói vitaminas e antioxidantes originalmente presentes no óleo in natura);

Hidrogênio molecular é acrescentado ao óleo, na presença de um catalisador (geralmente o níquel). Esse processo faz com que os ácidos graxos insaturados se tornem líquidos e saturados. Quanto mais eficaz esta etapa de hidrogenação, mais firme será a margarina resultante. E por que hidrogenar a margarina? Exatamente para torná-la semi-sólida. A hidrogenação parcial produz uma gordura acinzentada e granulosa, e é ela a responsável pela formação das famosas gorduras trans;

Depois da hidrogenação, são adicionados emulsificantes para retirar os grumos e alvejante para remover o tom acinzentado da mistura;

Um novo tratamento com vapor remove os odores químicos resultantes de todos os componentes utilizados nas etapas anteriores;

Corantes artificiais, aromatizantes, vitaminas e sal (existem também processos de fabricação que utilizam leite desnatado e gordura animal) são acrescentados, e então a margarina está pronta para comercialização.

Como veremos mais adiante, é importante salientar que nem todas as margarinas passam pelo controverso processo de hidrogenação.

O PROBLEMA DAS GORDURAS TRANS
Os ácidos graxos do tipo trans, formados a partir do processo de hidrogenação, simplesmente não existem na natureza. E a margarina é o alimento com o maior teor de gordura trans em sua composição.

E POR QUE AS GORDURAS TRANS SÃO TÃO NOCIVAS?
Inúmeras pesquisas têm encontrado uma associação entre o consumo dos ácidos graxos trans e complicações de saúde. Ácidos graxos e óleos parcialmente hidrogenados afetam a composição das membranas celulares e podem causar desde inflamações e insensibilidade à insulina até infarto e câncer.

De acordo com a American Heart Association, além de elevar as taxas de colesterol LDL (“mau” colesterol) no sangue, as gorduras trans encontradas em boa parte das margarinas ainda reduzem os níveis de HDL.

De acordo com uma ampla revisão científica publicada em 2015 no prestigioso British Medical Journal, a gordura saturada não aumenta o risco de infarto, doença cardíaca ou diabetes. Por outro lado, o consumo de gordura trans presente em alimentos como a margarina eleva o risco de morte em 34%.

Você deve estar se perguntando o porquê da indústria utilizar as gorduras trans, apesar de seus comprovados riscos à saúde. A resposta é bastante simples: elas custam menos, e o processo de hidrogenação melhora a textura e o sabor do alimento.

E o mais importante para um alimento industrializado: as gorduras trans prolongam o tempo de prateleira do produto.

ENTÃO A MARGARINA FAZ MAL À SAÚDE?
Se a gordura trans é prejudicial ao organismo, mas nem todas as margarinas apresentam ácidos graxos trans em sua composição, isso significa que nem toda margarinas faz mal à saúde, correto?

Não exatamente. A margarina faz mal principalmente porque contém gordura trans, mas não apenas por este motivo.

O processo de múltiplas etapas para a fabricação do alimento envolve, como já vimos, o uso de solvente químico, metal catalisador, emulsificantes, espessantes, corantes (lembre-se de que a margarina é naturalmente acinzentada) e uma série de outros produtos químicos que estão longe de torná-la um produto saudável.

Isso sem contar que, com a recente “demonização” das gorduras trans, muitos fabricantes de alimentos foram obrigados a recorrer a outro mecanismo para continuar fabricando margarina com a mesma textura e sabor que conhecemos hoje.

Conhecido como interesterificação, o processo, ao contrário da hidrogenação, não altera o grau de saturação dos ácidos graxos – ou seja, ele não leva à formação de gorduras trans.

Além de conter resíduos de produtos químicos e compostos oxidantes (conhecidos como radicais livres) que danificam as células, a margarina interesterificada ainda pode causar uma série de complicações.

Um estudo publicado na revista Nutrition and Metabolism demonstrou que a gordura interesterificada altera o metabolismo e aumenta em até 20% a taxa de glicose no sangue. Ou seja: trocar a margarina com gordura trans pela margarina interesterificada não parece trazer quaisquer vantagens.

Isso nos leva a concluir que a margarina faz mal por ser um produto altamente manipulado e totalmente artificial, que altera o metabolismo e predispõe o organismo a uma série de doenças. Na realidade, embora contenha muitas vezes vitaminas, ácidos graxos do tipo ômega 3, azeite e outros ingredientes “saudáveis”, ela não deveria estar diariamente presente na mesa de boa parte da população brasileira.

Veja abaixo um vídeo onde o cardiologista e nutrólogo brasileiro Dr. Lair Ribeiro fala sobre como a margarina faz mal ao organismo e seus principais efeitos nocivos:


Fonte: http://www.mundoboaforma.com.br/margarina-faz-mal-saude/


TER AVC APÓS LAVAR CABELO EM SALÕES DE BELEZA É MAIS COMUM DO QUE VOCÊ IMAGINA
Elizabeth Smith, da Califórnia, está processando um salão de cabeleireiro, alegando que uma lavagem de cabelo resultou em um Acidente Vascular Cerebral (AVC), duas semanas depois.

Ela contou que tudo aconteceu porque durante o procedimento, seu pescoço foi forçado de tal forma que causou um corte na artéria vertebral (com posterior formação de coágulo), levando a um AVC com consequências duradouras. Contudo, muitas pessoas podem estar correndo o mesmo risco, isso porque a maioria dos lavatórios dos salões ainda seguem esse modelo que exige a pressão no pescoço.

Elizabeth alegou que a hiperextensão da coluna cervical, enquanto lavava os cabelos, causou o acidente que mudou para sempre sua vida. Alguns dias após o procedimento ela passou a sentir muito incomodo na região e duas semanas depois, sentiu fraqueza no braço e perna esquerdos que terminou em um AVC. Em consequência disso, suas habilidades motoras foram reduzidas, o andar ficou instável e a visão de seu olho esquerdo foi danificada. Além disso, um coágulo sanguíneo presente em seu cérebro ainda pode lhe causar mais lesões.

Dessa forma, muitas pessoas podem estar correndo o mesmo risco que a norte-americana. De acordo com informações publicadas pelo portal Bolsa de Mulher, esse tipo de ocorrência já é conhecido pelos médicos, sendo chamada de Síndrome do Salão de Beleza.

Esse tipo de problema pode acontecer de duas diferentes maneiras, sendo a primeira, a forma relatada por Elizabeth Simth. No segundo caso, a artéria vertebral é comprimida conforme a cabeça é forçada para trás. Isso faz com que haja uma diminuição na irrigação sanguínea do cérebro. Esse processo é mais comum em pessoas idosas, pois o canal vertebral está sujeito a calcificações e estreitamento.

Assim, para evitar que isso aconteça, o ideal é não forçar a cabeça muito para trás na hora da lavagem. Para que isso aconteça, o portal recomenda que as pessoas procurem salões que permitam que esse procedimento seja realizado enquanto se está deitado. Outra opção é utilizar toalhas como apoio na região da nuca, ou, se for o caso, simplesmente lavar o cabelo em casa antes de ir ao salão.

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FONTES: Diário de Biologia / ABC / Bolsa de Mulher ] [ Foto: Reprodução / Diário de Biologia 

DRAUZIO VARELLA ALERTA QUE HOMENS DEVEM SECAR O PÊNIS COM PAPEL APÓS URINAR. ENTENDA O MOTIVO!
Para muitas mulheres esse é considerado um hábito essencial, pois trata-se de uma questão de higiene e saúde da região íntima.

No entanto, a grande maioria dos homens não possui esse mesmo nível de cuidado (ou preocupação), assumindo que só a lavagem de praxe é suficiente. Dessa forma, de acordo com o médico Drauzio Varella, os homens deveriam ter essa mesma atenção. Ele alertou para o fato de que os homens, principalmente os que têm o prepúcio longo (pele que recobre a glande), devem secar o pênis após urinar.

Até mesmo os circuncidados devem ter esse cuidado, de acordo com o médico. Isso porque, um pouco de urina sempre fica na uretra, o que, posteriormente, acabará vazando para a cueca. Assim, em contato constante com a pele, essa urina poderá ser fonte de inflamações e até mesmo infecções.

Essa falta de cuidados pode resultar em diversas complicações, tal como a balanite – uma inflamação da pele que recobre a glande – e o câncer de pênis. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), esse tipo de câncer não é incomum. Em 2009, foram relatados 4.637 novos casos de tumores penianos. “No Maranhão, por exemplo, há mais casos de câncer de pênis do que de próstata. Lá, um caso surge a cada 16 dias, e muitos chegam à amputação”, revelou o site.

Contudo, a higiene adequada não é feita apenas ao urinar. Durante o banho o homem deve lavar a região com cuidado. Para isso, é preciso encolher o prepúcio, lavar em volta da glande e retirar todo o esmegma acumulado na região – secreção branca composta por células epiteliais descamadas e óleos e gorduras produzidas pelas glândulas do pênis. Dessa forma, além de evitar o mau odor, a limpeza ajudará prevenir as diversas complicações.

FONTES: [ Diário de Biologia / Bolsa de Mulher / Drauzio Varella ] [ Foto: Reprodução / Diário de Biologia ]



SAIBA POR QUE A VACINA DA GRIPE NÃO DÁ GRIPE - H1N1 JÁ MATOU MAIS DE 150 NO BRASIL
Gente, eu confesso para vocês que no passado (não muito distante) eu acreditava que vacina da gripe poderia dar gripe. Mas não é bem assim.  E quem ainda tem esse medo, vai descartá-lo de uma vez por todas.

Uma das melhores referencias da área, o infectologista Renato Kfouri, vice-presidente da SBim (Sociedade Brasileira de Imunizações), já nos explicou diversas vezes, de uma maneira bem didática, que o imunizante não dá gripe exatamente porque é "confeccionado com fragmentos do vírus morto”.

— Ele [o vírus] é destruído, esquartejado, dissolvido em detergentes, e só então algumas proteínas de sua cápsula fazem parte da vacina. Não há possibilidade alguma deste material ser infecção, causar doença. O que muitos confundem é gripe com outras doenças respiratórias e acham que o fato de terem um resfriado foi culpa da vacina. Outros pegam uma gripe no período que a vacina ainda não fez efeito [três a quatro semanas após a aplicação].

O o vírus H1N1, que já matou mais de 150 pessoas no Brasil esse ano, mais de 100 dos casos ocorreram no Sudeste.

Caso você não possa tomar pela rede pública, as clínicas particulares oferecem o imunizante a um custo médio R$ 120.

REAÇÕES:
Após tomar a vacina, a única coisa que vai sentir será uma leve dor muscular bem no local mas passa em dois dias. As reações mais comuns são as locais, como dor, inchaço e vermelhidão. Elas ocorrem em cerca de 15% a 20% dos vacinados.

Outros sintomas mais raros podem aparecer, como febre baixa, mal-estar e dor de cabeça, mas todos esses costumam ser leves e transitórios, desaparecendo em cerca de dois dias.




DOENÇA É A QUARTA MAIOR CAUSA DE MORTE NAS AMÉRICAS DEPOIS DO INFARTO, ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL E DE DEMÊNCIAS
Relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostra que quem tem diabetes pode ter vida longa e saudável se a doença for detectada a tempo e bem controlada. A endocrinologista Michele Borba, que atende em uma unidade de saúde do Distrito Federal voltada para a doença, aconselha a quem tem histórico na família que faça o exame de glicemia em jejum anualmente para melhor controle.


O número de diabéticos nas Américas triplicou desde 1980 e segundo a OMS, a doença é a quarta maior causa de morte na região, depois do infarto, acidente vascular cerebral e de demências. De acordo com o Sistema de Informação de Mortalidade (SIM), no Brasil mais de 57 mil pessoas morreram por complicações relacionadas à doença em 2013. O diabetes foi o tema escolhido pela OMS para marcar o Dia Mundial da Saúde, lembrado nesta quinta-feira (7/04). Ainda hoje, a organização e o Ministério da Saúde devem divulgar dados atualizados sobre a doença no país.



Segundo Michele, esse aumento é percebido no dia a dia no posto e as maiores causas são o sedentarismo e a má alimentação. A especialista lembra que resumidamente, o diabetes do tipo 1 é uma doença auto-imune, já o do tipo 2 tem uma carga genética, mas o estilo de vida é decisivo para desencadear a doença.



“A do tipo 1 tem auto-imunidade. Em algum momento da vida, a pessoa tem anticorpos que reagem contra as células do pâncreas, que são produtoras de insulina. Isso pode ter caráter multifatorial. Há genética envolvida, mas pode ter outros fatores”, afirmou, acrescentando que as pessoas costumam ser diagnosticadas crianças ou jovens. Já a do tipo 2 é mais frequente entre os 40 e 50 anos de idade. “Com sedentarismo, obesidade e hábitos alimentares ruins, a pessoa que tem uma carga genética de propensão para a doença, mais cedo ou mais tarde acaba desenvolvendo o diabetes tipo 2, mas isso pode ser evitado com mudança de estilo de vida”.



A médica lembra que não há cura para a doença, mas sim prevenção e controle. “Se você tem história familiar, alimentar-se de forma saudável e fazer atividade física é uma prevenção”, sugere.


Dados da OMS indicam que nas Américas mais de 60% da população estão acima do peso ou obesa, em grande parte como resultado de mudanças de estilo de vida relacionadas ao desenvolvimento e à globalização.



O novo relatório da organização destaca que o aumento de casos do diabetes pode ser retardado por meio de uma combinação de políticas fiscais, legislação, mudanças no meio ambiente e conscientização das pessoas para a necessidade de modificar os fatores de risco para a doença. “Isso inclui políticas que aumentem os impostos sobre bebidas açucaradas e a adoção de rotulagem frontal nos alimentos, alertando os consumidores sobre os produtos processados com alta quantidade de gordura, açúcar e sal, com o objetivo de desencorajar seu consumo”, diz a OMS. 






Como se não bastasse a preocupação com os inúmeros casos de zika vírus associados ao nascimento de bebês com microcefalia, esta semana começaram a pipocar no interior de São Paulo registros de casos e mortes por gripe influenza H1N1. O mais curioso é que acabamos de mudar de estação (do verão para o outono), ou seja, período de baixa incidência de gripe. Será que é o anúncio de que vem surto por aí? O que fazer agora?

Para responder essas e outras perguntas, o blog Saúde Sem Neura conversou com a infectologista Isabella Ballalai, presidente da SBim (Sociedade Brasileira de Imunizações). Por enquanto, a médica descarta a possibilidade de surto e adianta que ainda não há explicação para esse fenômeno.
Antes de entrar na neura e sair correndo com o seu filho para o pronto-socorro com medo de o vírus H1N1 ter atacado, a médica avisa que “nesta época há várias viroses que causam sintomas muito semelhantes aos da gripe influenza”.
— Viroses que causam nariz escorrendo, tosse, espirro e febre são esperadas mesmo nesta época do ano. A sazonalidade começa em março, mas às vezes pode chegar mais cedo.

Segundo a médica, o vírus sincicial respiratório é uma das principais causas de infecções das vias respiratórias e pulmões em recém-nascidos e crianças menores de cinco anos. Em segundo lugar, aparece a gripe influenza e, em terceira colocação, ela cita a otite média aguda.
— A gripe influenza é grave na criança, mas não costuma matar. Ela é a grande causa de hospitalização na infância. Por outro lado, a gripe é muito grave no idoso e aí sim costuma matar.

Exatamente por esses riscos é que o Ministério da Saúde prioriza os dois grupos nas campanhas de vacinação contra a gripe. No entanto, isso não exclui as outras faixas etárias de também serem imunizadas, avisa Isabella.
— A gripe pode ser grave em qualquer idade e o ideal é que toda a população tome a vacina.

Eu e a Van tomamos a vacina no ano passado e ficamos livres da gripe. Este ano já estamos ansiosas aguardando a próxima dose. Enquanto a imunização não chega ao mercado brasileiro, a médica alerta que as crianças que apresentam sintomas de gripe com febre baixa devem apenas ser apenas observadas pelos pais ou responsáveis.
— Agora, se a febre não cede, mesmo com o uso de antitérmico, e a criança está abatida, sem apetite e com os olhos caídos é importante procurar o médico.

A presidente da SBim lembra que qualquer infecção respiratória aumenta o risco de pneumonia pneumocócica.

(Fonte R7)



Qual é o coração que aguenta tanta correria no dia a dia, sobrecarga de trabalho, crise financeira no País, falta de tempo e estresse? Além desses fatores, as principais vítimas do infarto costumam ser fumantes, hipertensos, diabéticos, pessoas com altos níveis de colesterol ou com parentes próximos que tenham infartado antes dos 55 anos. Vale lembrar que, quanto mais fatores de risco, mais chance de apresentar a doença. O risco de infarto costuma ser maior nos homens, mas a chance se iguala em ambos os sexos quando a mulher chega à menopausa, ou seja, quando ela para de produzir os hormônios femininos que atuam como protetores do coração.

Em uma das minhas entrevistas com cardiologista, aprendi que mulheres acima dos 60 anos morrem de quatro a seis vezes mais do coração do que de câncer de mama e de colo de útero. No entanto, é fato que a gente se preocupa mais com o câncer, né? Mas, você consegue identificar um infarto? O blog Saúde sem Neura vai ajudar.

O principal sintoma do infarto é a forte pressão no peito ou nas costas, que se espalha pelos ombros, braços ou pescoço e demora para passar. Essa dor no peito geralmente vem acompanhada de suor, tontura, náusea, sensação de plenitude gástrica e falta de ar.

Ao surgirem os primeiros sinais de infarto, é importante (tentar) deixar a pessoa calma e aquecida sem lhe oferecer nada de comer ou beber. Outra dica dos cardiologistas é afrouxar as roupas e manter a pessoa em posição confortável. Enquanto isso, sem pensar duas vezes, chame imediatamente o serviço de emergência, especialmente se o paciente estiver desmaiado.

No caso do infarto, é preciso ter em mente que “tempo é vida”. (Fonte: R7)
VEJA ESTE VÍDEO:





Aos 18 anos, Vanessa perdeu o pai, vítima de infarto. Ele tinha apenas 54 anos. Quando as pessoas sabem disso, logo  perguntam se ele era obeso ou se fumava. Não! Ele era magro, se alimentava de forma saudável, fazia atividade física regularmente e não era fumante.

E isso não acontece apenas com homens, viu!

Foto: Reprodução
Parece óbvio, mas as mulheres também sofrem de doenças cardiovasculares e, muitas vezes, quando descobrimos pode ser tarde demais. Afinal, nós neglicenciamos muito mais, pois o coração não recebe tanta atenção da nossa parte como as doenças ginecológicas.

Um terço de todas as mortes de mulheres ocorre devido a doenças cardiovasculares. Há 50 anos, as mulheres representavam apenas 10% das ocorrências cardíacas. Hoje, o número chega a 48%, segundo a SBC (Sociedade Brasileira de Cardiologia). No Brasil, as duas principais causas de mortes entre o sexo feminino são AVC (acidente vascular cerebral) e infarto. Somente no Estado de São Paulo, o número de mulheres internadas por infarto teve um aumento de 60%, entre 2008 e 2015. Entre as pessoas que enfartam, 60% morrem antes de chegar ao hospital.

Os dados são realmente alarmantes. E vem crescendo exatamente pela falta de qualidade de vida, estresse, falta de dedicação a atividade física e alimentação, entre outros.
Por isso, nós, mulheres, precisamos cuidar melhor da nossa saúde e fazer exames preventivos. No meu caso, que já tenho histórico familiar, preciso ficar ainda mais alerta, segundo explica o cardiologista do Hospital Sírio Libanês, Roberto Kalil Filho.
O problema que como ela não se cuida, quando o problema surge pode ser muito mais grave. Por isso, é necessário fazer avaliação periódica, a partir dos 35 anos. E mais precocemente quem tem histórico familiar. O homem se cuida muito mais que a mulher quando o assunto é coração. O médico do homem é o cardiologista. O da mulher é a ginecologista. A mulher acha que não enfarta. Ela faz exames ginecológicos, mas não faz acompanhamento cardiovascular.

Além de se cuidar menos quando o assunto é coração, as mulheres não conseguem ligar facilmente os sintomas a problemas cardiovasculares, porque “eles são atípicos”, segundo explica a cardiologista Roberta Saretta. Nos homens, geralmente, os sinais de infarto são dor no peito, náuseas e suor frio.
As mulheres sentem cansaço, mal-estar, dor de estômago, dificuldade para respirar. E acreditam que isso está ligado a rotina intensa de trabalho. E então, acabam negligenciando o problema.

PREVENÇÃO JÁ!
Além de realizar exames de rotina para medir colesterol, por exemplo, a mulher deve investir em uma alimentação saudável, comendo de três em três horas, e realizar atividade física cinco vezes por semana pelo menos 30 minutos. De acordo com a especialistas, 80% dos fatores de risco são modificáveis.
Portanto, se você é mulher e não está cuidando da saúde do seu coração, fique atenta, pois pode ser tarde demais.

Fonte: Saúde sem neura






CONDIÇÃO TÍPICA DE QUEM EXPERIMENTA DOR INTENSA, COMO A DA DOR-DE-COTOVELO, TAMBÉM AFETA QUEM PASSA POR MOMENTOS DE EXTREMA FELICIDADE
Se há mesmo vida após a morte, o filósofo Blaise Pascal (1623-1632), autor da célebre reflexão de que “o coração tem razões que a própria razão desconhece”, hoje certamente abriu um sorriso no canto da boca, daqueles cujo subtexto é: “não falei?”.

Cientistas - categoria que há séculos se esforça para desvendar os mistérios do coração - fizeram recentemente mais uma curiosa descoberta sobre ele: dor e alegria, as vezes, causam danos idênticos a essa complexa bomba de sangue.

O fato foi divulgado nesta quinta-feira no periódico European Heart Journal. Conduzido por pesquisadores suíços, ele é fruto de uma investigação que detectou que a “Síndrome do Coração Partido”, que geralmente ocasiona problemas coronários em pessoas que passam por episódios de sofrimento emocional intenso - como perda de entes queridos ou término de relacionamentos - também acomete aqueles que experimentam felicidade extrema. 

Chamada ainda de “Síndrome de Takotsubo (TTS), a enfermidade causa desordem no ventrículo esquerdo e pode levar um ataque cardíaco. A condição, felizmente, é curável, com recuperação total do afetado em aproximadamente 8 semanas depois de iniciado o tratamento.

Batizada de “Síndrome do Coração Feliz”, a nova faceta da patologia se revelou por meio de uma experiência realizada com 1750 pacientes diagnosticado com TTS de 9 países diferentes. Uma das principais constatações da pesquisa foi de que, entre os 485 participantes que desenvolveram a doença por questões emocionais, 96% atravessaram luto, acidente, entre outros acontecimentos traumáticos. Contudo, 20 pessoas deste grupo apresentaram o problema após passarem por circunstâncias de muito contentamento, tais como: festa-surpresa de aniversário, casamento, ou vitória do time favorito em algum campeonato importante. 

A média de idade dos indivíduos (a maioria do sexo feminino) com a síndrome disparada por tristeza é de 65 anos, enquanto a faixa etária daqueles cuja TTS foi desencadeada por ocorrências alegres gira em torno de 71 anos.  

Em entrevista ao jornal Independent, a Drª Jelena Ghadri, do Hospital Universitário de Zurich, na Suíça (onde o primeiro caso do mundo de TTS foi registrado), fez um alerta aos profissionais de saúde. Segundo Ghadri, eles devem ficar atentos a pacientes que apresentarem sintomas de ataque cardíaco, como dores no peito ou falta de ar após momentos contentes. Eles podem ser portadores da Síndrome do Coração Feliz.

As origens da disfunção permanecem desconhecidas. Dr Christian Templin, co-autor do estudo publicado no European Heart Journal, ponderou apenas que a chave para compreender a descoberta esteja na natureza dos dois sentimentos - tristeza e felicidade: “Embora sejam sensações distintas, é possível que elas compartilhem um caminho parecido pelo nervoso central, que desemboque em algo que acione a TTS", observou.



PRODUTOS DE HIGIENE ÍNTIMA ATÉ DISFARÇAM ODORES DA REGIÃO GENITAL E EVITAM INFECÇÕES, MAS NÃO PRECISAM SER USADOS TODOS OS DIAS
Odor forte representa uma infecção quando vem acompanhado de secreções, coceira, ardência e dor.

Por trás de uma atitude que aparentemente seria apenas uma questão de higiene, existe um incômodo feminino velado: a má relação com o próprio cheiro, ou melhor, com o odor natural da região genital. "A mulher não lida bem com o odor da vulva nem com a secreção normal", atesta a ginecologista Carolina Carvalho Ambrogini, coordenadora do Ambulatório da Sexualidade Feminina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).


Para a médica, isso está relacionado à falta de intimidade com o próprio corpo, o que é fruto de uma educação sexualmente repressiva. "É comum a mãe dizer à filha para não colocar a mão na genitália por ser 'suja' ou 'nojenta'", diz Carolina. Isso explica por que tantas mulheres usam os produtos de higiene íntima diariamente e de forma até exagerada. "Eles não são essenciais para uma boa higiene íntima", revela. Entenda os motivos.

O QUE É PH VAGINAL?

Trata-se do grau de acidez que mantém a flora vaginal em equilíbrio e impede a ação de bactérias. O pH ideal (medido em exames de laboratório) fica entre 3,5 e 4,5. Quando esse número é alterado (por vários motivos, como estresse ou uso contínuo de antibióticos), alguns micro-organismos se proliferam na região, causando infecções vaginais. Produtos de higiene íntima seguem o padrão vaginal (de 3,5 a 4,5) e mantêm a acidez necessária para evitar infecções, mas a higiene íntima não precisa necessariamente ser feita só com esses produtos. "Eles podem ajudar mulheres que vivem tendo infecções ginecológicas", diz Carolina. O sinal de alerta é quando surgem três infecções em seis meses. "Quem não convive com esse problema não precisa usar esses produtos todos os dias", completa a médica. "Recomendo usar, no máximo, duas vezes por semana. E, na falta deles, substitua por sabonete neutro ou infantil", conclui a ginecologista Carolina.

QUAL A IMPORTÂNCIA DA LIMPEZA?

Mais importante do que "qual produto usar" é "como higienizar" corretamente a vulva, que é diferente da vagina: a primeira é a parte externa e a segunda, a interna. A limpeza, explica a ginecologista, deve ser diária, sempre com água corrente e sabonete comum. "É importante passar os dedos entre os pequenos e grandes lábios para tirar a gordurinha branca produzida naturalmente", ensina. "Além disso, é proibido lavar internamente a vagina com ducha, porque isso vai desequilibrar o pH e facilitar infecções." Também não é necessário lavar a região após evacuar: mas a limpeza com papel higiênico deve ser sempre feita da frente para trás, a fim de evitar qualquer contaminação vaginal. Não é preciso também fazer uma limpeza especial após a relação sexual, orienta Carolina. "Basta lavar normalmente com água e sabonete."

QUANDO O ODOR É ANORMAL?
Um corrimento deixa de ser uma secreção natural e vira infecção quando está amarelo, provoca coceira, ardência, dor e odor forte. "Fica igual ao cheiro de peixe podre", diz a ginecologista Carolina. Se não existe nenhuma dessas alterações, não há motivo para se preocupar. Para as mulheres que se sentem desconfortáveis com a secreção e odor característicos, a médica aconselha a levar na bolsa calcinha extra e limpa, e trocá-la durante o dia. "É muito melhor do que passar lencinho íntimo toda hora, porque esse hábito pode retirar a proteção natural", ressalta a médica. "Mas a limpeza com lencinho uma vez ao dia é até aceitável". Só durante o período de menstruação esse produto é bem-vindo a qualquer momento.




DE 45 CASOS REGISTRADOS EM 2005, NÚMERO DE ÓBITOS PASSOU PARA 119 EM 2015
Escorpião-amarelo é responsável pela maioria dos acidentes 
O número de mortes por escorpião cresceu 164% na última década no País. Foram 45 casos registrados em 2005 contra 119 mortes relatadas em 2015, ano em que os escorpiões mataram, em números absolutos, mais gente que as cobras. Entretanto, na lista de picadas que levam à morte, as cobras ainda são responsáveis por mais mortes quando o assunto é letalidade.

O cálculo da letalidade é feito a partir da divisão do número de mortes pelo número de acidentes. O índice de letalidade dos escorpiões é de 0,1, enquanto das cobras é de 0,4. De acordo com dados do Ministério da Saúde, em 2015, foram registrados 74.598 mil casos de picadas e 119 mortes por escorpião contra 24.467 acidentes e 107 óbitos por picada de cobra.

Carlos Roberto de Medeiros, médico e diretor do Hospital Vital Brazil, do Instituto Butantan, afirma que o aumento no número de acidentes e mortes por escorpião tem mais de uma justificativa. Para ele, há também um aumento nas notificações.

— Além do aumento de casos de picadas e óbitos por escorpião, mais pessoas tem notificado os acidentes. O aumento nesse número pode ser explicado com o crescimento da população e a ocupação desordenada dos espaços urbanos. Não são apenas os bichos que estão simplesmente invadindo. É preciso analisar as condições sócioeconômicas também.

O diretor explica que o maior número de acidentes acontece quando há o contato com o escorpião-amarelo. Essa espécie encontrou nas cidades um ambiente perfeito para viver e se reproduzir.
— Ele se reproduz por meio de partenogênese [que não precisa do macho para se reproduzir]. O escorpião encontrou nos centros urbanos abrigo como esgotos e entulhos, além de uma farta oferta de baratas, insetos com os quais se alimentam.

Para Medeiros, a mesma coisa acontece com o número de acidentes por picadas de cobras.
— Há uma maior ocupação das áreas de florestas. Quando invadem essas áreas, os bichos têm que ir para algum lugar, o que faz aumentar o contato com os seres humanos.

MORTES POR ARANHAS:
Aranha-marrom é a maior responsável pelos acidentes
Os números seriam diferentes caso os registros de morte por picadas de aranha fossem mais exatos. Para Medeiros, pode haver confusão na hora de diagnosticar que o acidente foi causado por uma aranha. Caso não fosse esse cuidado com que os dados devem ser analisados, as picadas por aranha liderariam a lista de letalidade, que chegaria ao índice de 0,5.

— Muita gente vem aqui no hospital com picadas e acha que é de aranha, mas são outros problemas dermatológicos. Aqui diagnosticamos e explicamos que a causa não foi picada de aranha. As aranhas podem ser confundidas, por isso os dados devem ser vistos com ressalvas.

Segundo Medeiros, as pessoas se preocupam muito com aranhas, porque é um bicho que pica e depois não é mais visto, diferente de uma cobra ou um escorpião.

— Cada caso registrado deveria ser revisto para ver se realmente foi a aranha a causa da morte.
Há mais de 43 mil espécie de aranhas e poucas delas não têm veneno, porém há três grupos responsáveis pelo envenenamento de seres humanos: da aranha-marrom (causa úlceras, lesões necróticas, hemolises, insuficiência renal e coagulação), das armadeiras (provocam dos intensa no local e distúrbios respiratórios e cardíacos) e viúvas-negras, as latrodectus, que correspondem a menos de 1% dos acidentes, (causam dores intensas no local da picada, age no sistema nervoso e nos músculos).

Veja algumas instruções divulgadas pelo Corpo de Bombeiros de São Paulo:

FONTE: R7