Homem teve um infarto
fulminante durante transmissão ao vivo de show que ocorria em São Francisco, na
noite desse sábado
Um homem
morreu enquanto tocava guitarra em uma banda de música durante uma
'live' em São Francisco, no Norte de Minas, na noite desse sábado (3).
José Carlos Leal Moreira, de 42 anos, teve um infarto fulminante durante
a transmissão ao vivo da banda CLM. O vídeo foi compartilhado nas redes
sociais.
José
Carlos tocava e cantava normalmente e, repentinamente, caiu com as mãos na
guitarra. O restante da banda ainda permaneceu tocando por algum tempo, quando
um deles percebeu a queda de José Carlos e interrompeu a apresentação.
O
músico chegou a ser socorrido por uma equipe do Serviço de Atendimento
Móvel de Urgência (Samu) e levado para o Hospital Municipal Doutor Brício
de Castro Dourado, em São Francisco, onde foi constatado o óbito.
Os integrantes da banda CLM formaram o grupo quando eram eram jovens, mas depois se separaram. Agora, diante da pandemia do coronavírus, se eles reencontraram e decidiram promover a live, transmitida do Restaurante “Manjericão”, no Centro da cidade.
A
iniciativa da realização da live foi do grupo “Memórias de São Francisco”,
criado com o objetivo de resgatar fatos marcantes e personagens da
história do município, com divulgação nas redes sociais. A apresentação da
banda CLM era transmitida ao vivo pelo canal do “Memórias de São Francisco” no
Youtube.
Logo
após o fato, o advogado Eduardo Leal de Melo, responsável pelo
"Memórias de São Francisco, gravou uma mensagem, pedindo para as pessoas
não compartilharem o vídeo que mostra a morte do músico. Porém, a filmagem
passou a circular em grupos de WhatsApp.
Além
de músico, José Carlos Moreira trabalhava como serralheiro na cidade
ribeirinha. Ele tinha gravado um vídeo, divulgado na página do grupo “Memórias
de São Francisco” no Facebook, convidando o público a assistir a live. Na
mensagem, em tom animado, ele destacou que a CLM tornou-se conhecida como “a
maior banda de todos os tempos de São Francisco”.
Conforme
familiares dele, José Carlos sofria de problema cardíaco e usava marca-passo há
sete anos. Ele deixou a mulher e três filhos. O corpo foi sepultado na tarde de
domingo, no Cemitério Municipal de São Francisco.
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