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| Foto: Gemini |
Governo austríaco alega que plataformas são projetadas para
criar dependência deliberada em crianças
A Áustria anunciou, nesta
sexta-feira, 27, que vai proibir o acesso de menores de 14 anos às redes
sociais. A decisão ocorre após longas negociações dentro da coalizão de
governo e coloca o país europeu na vanguarda de uma tendência global de
restrição ao uso digital por crianças e adolescentes.
O número dois do governo austríaco,
Andrea Babler, afirmou que as plataformas são
projetadas deliberadamente para tornar os jovens dependentes, tornando o
controle parental "praticamente impossível". Além da proibição, o
país introduzirá a disciplina obrigatória "Mídia e Democracia" nas
escolas, focada em combater desinformação.
A medida segue o exemplo
da Austrália, que já proíbe o acesso para menores de 16 anos em
plataformas como TikTok, Snapchat e Facebook. Lá, as gigantes de
tecnologia enfrentam multas que podem chegar a R$ 178 milhões caso não impeçam
o uso por menores.
Movimento na União Europeia
A Áustria não está sozinha.
Outras nações europeias, como França, Espanha e Dinamarca, já anunciaram
intenções semelhantes de estabelecer idades mínimas para o uso das redes,
citando impactos na saúde mental e na formação democrática dos estudantes.
Destaques da nova lei
Idade nínima: 14 anos para acesso a qualquer plataforma
social.
Foco educativo: Criação da matéria "Mídia e
Democracia" para ensinar a distinguir fake news.
Responsabilidade: Pressão sobre as big techs para criarem
mecanismos reais de verificação de idade.
Contexto global: A Austrália já aplica leis similares com multas
pesadas para o descumprimento.
Por: Atarde
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