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| Foto: Reprodução |
Um empresário viveu uma situação
que ninguém gostaria de passar, mas que muitas vezes acontecem e na maioria das
vezes fica por isso mesmo, em Luzilândia, no estado do Piauí, na madrugada de
segunda-feira, 15/02/2026.
Edson Carvalho, de 24 anos, voltava
de um carnaval com a esposa e amigos, quando resolveu parar em um restaurante
antes de retornarem para Joaquim Pires, onde moram.
Ele ficou em frente ao
estabelecimento e pediu o menu para conferir. Em determinado momento uma
viatura da Polícia Militar parou em frente, quatro policiais de armas em punho
foram em sua direção e sem fazer nenhum questionamento ou procedimentos de
praxe, começaram a agredi-lo violentamente, apesar do mesmo não oferecer
nenhuma resistência. Toda a ação foi registrada por uma câmera de segurança.
"Botei a mão na cabeça e
perguntei o que eu fiz, mas já foram me agredindo. Peguei muito murro e
chute, fiquei com muitas marcas no corpo. Minha sobrancelha cortou",
relatou o empresário.
A esposa e os amigos desceram do
carro e questionaram os policiais sobre os motivos da agressão, e os policiais
perguntaram sobre a moto de Edson, só que ele estava de carro.
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No final das contas os policiais
disseram que estavam no encalço de um elemento de moto que tinha xingado a
equipe, mas outro policial já disse que o sujeito era suspeito de ter agredido
uma mulher na praça, relatou Edson.
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Na sequência os policiais pediram
desculpas, mas uma pergunta fica no ar: Esse procedimento é correto? Policiais
tem o direito de agredir as pessoas sem mais nem menos, mesmos que sejam
culpadas?
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